Criada por Andrea Matarazzo, a premiação “Ciccillo Matarazzo – Italiani nel Mondo" é dedicada aos ítalodescendentes que são destaque no Brasil
Alice Ferraz e Juliana Prado - Estadão
À frente Andrea Matarazzo, idealizador do evento, acompanhado por Costanza Pascolato e Rubens Ricupero, homenageados pelo Prêmio Ciccillo Matarazzo. Crédito: Colagem de Thais Barroso sobre fotos de divulgação Foto: Colagem de Thais Barroso sobre fotos de divulgação
Costanza Pascolato e Rubens Ricupero estarão na mesma lista — e pelo mesmo motivo. A dupla será homenageada na terceira edição do Prêmio Ciccillo Matarazzo – Italiani nel Mondo, dedicado a ítalodescendentes de destaque no Brasil.
“Costanza traduz a elegância e o empreendedorismo italianos. Ricupero, que foi embaixador em Roma, é um intelectual italiano — ainda que brasileiro”, diz Andrea Matarazzo, criador da premiação. Os dois recebem uma escultura da artista Maria Bonomi, em bronze e aço.
Costanza lembra a infância na Paulista, em uma casa escolhida por indicação de Ciccillo, amigo de sua mãe. “Ao longo dos anos, precisei me transformar em brasileira para o mercado, mas nunca abri mão da minha origem italiana”, diz.
Ricupero também resgata o legado do mecenas: “Ele defendia a valorização da contribuição dos italianos e seus descendentes para o Brasil”.

Coluna Alice Ferraz - Ciccillo Matarazzo
Foto: Divulgação
Criado em 2024, o prêmio marca os 150 anos da imigração italiana. Para Matarazzo, a celebração é uma homenagem ao ato heroico dos antepassados.
“Eles foram empurrados para fora da Itália. Construíram uma vida e seus descendentes estão aqui, firmes e fortes, e continuam com o desenvolvimento que os pais trouxeram”, reflete.
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