Nas escolas cívico-militares de SP, até o corte de cabelo é regulado, como se os alunos fossem soldados Monitor escreve “descançar” e “continêcia” em escola cívico-militar de SP O Estado de S.Paulo Começaram no dia 2 de fevereiro passado as aulas nas cem primeiras escolas cívico-militares da rede estadual paulista de ensino. Idealizado para afagar a militância bolsonarista mais estridente, o projeto da gestão Tarcísio de Freitas, desde sua concepção até sua execução, enfrentou obstáculos: resistência de parte do Legislativo, ações na Justiça, cobranças do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e, não menos importante, o questionamento de especialistas em educação sobre a eficácia dessa política pública para alavancar os indicadores de educação. E nem nas primeiras horas de sua implementação a iniciativa conseguiu se desviar das controvérsias: nos colégios cívico-militares, os alunos precisam seguir rígidas regras sobre a própria aparência. Nessas unidades frequentadas por 53 mi...
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