Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú, aposta na diversidade como potência cultural e econômica
Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú, aposta na diversidade como potência cultural e econômica
Em entrevista exclusiva à VEJA SÃO PAULO, economista defende uma orquestração entre educação, cultura e tecnologia para enfrentar os desafios contemporâneos Eduardo Saron Alice Granato e Laura Pereira Lima - Veja São Paulo As salas e corredores da Fundação Itaú são uma primeira fonte de inspiração, repletos de obra de arte. Peças de artistas como Ângelo Venosa, Beatriz Milhazes e Carlos Prado enchem os olhos dos visitantes. O caminho para o escritório do presidente, Eduardo Saron, 53, é um prenúncio da conversa que teremos a seguir, destacando a importância máxima da integração entre arte e educação. Há mais de duas décadas, Saron circula entre o universo da cultura, da educação e das políticas públicas. À frente da Fundação Itaú desde 2022, depois de dirigir o Itaú Cultural por dezesseis anos, o economista pós-graduado em filosofia coordena instituições que atuam em áreas aparentemente distintas — da alfabetização ao ensino técnico, da formação de professores ao apoio à classe artísti...
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