Dono de empresa suspeita de impulsionar Bolsonaro fez o mesmo por Dilma


Peterson Rosa Quirino possuía uma agência denunciada à Justiça Eleitoral por divulgar notícias contra Aécio Neves (PSDB) na eleição presidencial de 2014

André Lopes - Veja

O empresário que atuou para disseminar mensagens pró Bolsonaro agora fez o mesmo na campanha do PT de Fernando Haddad em 2014, quando Dilma era concorrente 
Fotos: Mauro Pimentel/AFP/Paulo Whitaker/Reuters

O dono da QuickMobile, uma das empresas sob suspeita de atuar para empresários apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) no disparou de mensagens anti-PT, já esteve envolvido em campanha online similar para impulsionar Dilma Rousseff (PT) no pleito de 2014.

Na época, Peterson Rosa Quirino era dono da Door2Doors, que não é mais dele.

Em fevereiro de 2016, o PSDB protocolou uma petição para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigasse as contas da chapa Dilma/Temer sob a alegação de que existiam pagamentos irregulares feitos à agência Door2Doors, que prestou serviços de disparos em massa de mensagens de celular com informações contra o tucano Aécio Neves, concorrente da petista em 2014.

O pagamento de 4,2 milhões de reais foi feito à Door2Doors e também a outras empresas de marketing digital, a partir do dia 13 de outubro de 2014 pela chapa de Dilma Rousseff. A questão é que todas as companhias que receberam os valores eram de fachada: não se encontravam nos endereços nem prestavam os serviços descritos em seus CNPJs e não possuíam, oficialmente, funcionários. O PSDB apontou a irregularidade ao TSE.

Convém ressaltar que Dilma declarou os repasses da campanha seguindo a legislação vigente no período. Agora, a suspeita é que Bolsonaro tenha usufruído de doações paralelas, através dos empresários.

Durante a investigação, descobriu-se que a Door2Doors operava nos bastidores espalhando digitalmente notícias contra Aécio. A estratégia é praticamente igual à que, segundo revelou nesta quinta-feira (18) reportagem do jornal Folha de S. Paulo, pode ter sido utilizada pela Quickmobile para espalhar mensagens contra o PT de Fernando Haddad, rival de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno da eleição.

Ao se pesquisar sobre o processo de 2016 contra a chapa Dilma/Temer, encontra-se o nome de Peterson Rosa Quirino como sócio da Door2Doors. A empresa era, assim como a sua atual QuickMobile, oficialmente sediada em Belo Horizonte (MG). A investigação anterior foi um dos elementos constantes do processo de julgamento da chapa de Dilma/Temer em 2017, após o impeachment da petista e já com Michel Temer (MDB) como presidente.

A coligação acabou absolvida. Já a Door2Doors se transformou em uma empresa de logística.

Datafolha: Doria lidera com 53% dos votos válidos


Nos votos totais, João Doria tem 44%, e Márcio França, 40%. Pesquisa é a primeira do Datafolha no 2º turno das eleições em São Paulo.

G1

Datafolha divulga a primeira pesquisa de intenção de voto no 2º turno para São Paulo

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para governador em São Paulo. O levantamento foi realizado na quarta-feira (17) e quinta-feira (18) e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.


Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

João Doria (PSDB): 53%
Márcio França (PSB): 47%

Datafolha - 18 de outubro - votos válidos, pesquisa 2º turno para o governo de SP. 
Foto: Arte/G1

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.


Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

João Doria (PSDB): 44%
Márcio França (PSB): 40%
Em branco/nulo: 9%
Não sabe: 7%

Os candidatos estão empatados no limite da margem de erro.


Datafolha - 18 de outubro - votos totais, pesquisa 2º turno para o governo de SP. 
Foto: Arte/G1


Sobre a pesquisa

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2.356 eleitores em 73 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 17 e 18 de outubro
Registro no TRE: SP‐06938/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

FHC recebe Prêmio Professor Emérito 2018


'Para ser professor, é fundamental despertar paixão no aluno pelo saber', disse o ex-presidente, no evento de entrega da premiação, em São Paulo

Juliana Diógenes - O Estado de S.Paulo


Fernando Henrique Cardoso recebe o Prêmio Professor Emérito 2018 
Foto: Felipe Rau/Estadão

O professor, sociólogo e ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), de 87 anos, recebeu nesta quarta-feira, 17, o Prêmio Professor Emérito 2018 - Ruy Mesquita, em parceria entre o Centro Integração Empresa-Escola (CIEE) e o Estado.

Criado para marcar o Dia do Professor, o prêmio é concedido anualmente desde 1997 a educadores que contribuíram com a educação brasileira e o País, criando e compartilhando conhecimento. FHC é o 22° homenageado. A primeira personalidade premiada foi a socióloga e professora Ruth Cardoso, ex-mulher de FHC. No ano passado, a premiação foi dada ao professor e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2003-2006) Roberto Rodrigues. 

FHC é sociólogo, cientista político, professor universitário e escritor. Graduou-se em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP), onde atuou como professor titular entre 1950 e 1980, recebendo posteriormente o título de docente emérito. Ensinou em universidades estrangeiras, em países como França, Inglaterra e Estados Unidos. Recebeu ao todo 29 títulos de doutor honoris causa. Quando presidente, criou os programas Toda Criança na Escola e Bolsa Escola. É membro da Academia Brasileira de Letras e autor de mais de 20 livros.

No discurso, o ex-presidente agradeceu o prêmio e disse se sentir "tocado" por receber uma homenagem que leva o nome de Ruy Mesquita, de quem foi colega na universidade. "Esse prêmio é um reconhecimento. Estou muito emocionado", afirmou. 

O sociólogo disse que a sua maior motivação sempre foi ser professor. "Me sinto gratificado quando estou com gente jovem e consigo trocar experiências", declarou. "Para ser professor, é fundamental despertar paixão no aluno pela curiosidade e pelo saber", disse o homenageado. "Professor tem que despertar a paixão pelo saber e não desperta se ele próprio não tiver paixão pelo conhecimento." 

FHC exaltou a ex-mulher e socióloga Ruth Cardoso, afirmando que ela se dedicava ao aluno e tinha "um cuidado quase natural", "uma paciência" para o ensino.

Ruth foi mencionada também por Antonio Jacinto, presidente do Conselho de Administração do CIEE. O tema da premiação foram os Desafios da Educação do século 21. "Ruth criou o Conselho da Comunidade Solidária, programa que deu grande impulso na redução do analfabetismo", destacou. Segundo Jacinto, ela e FHC são professores que "fazem parte da boa história do Brasil."

Líderes partidários criticam atitude ‘hegemonista’ dos petistas


Dirigentes de ex-partidos aliados e adversários dizem que postura da sigla de Haddad dificulta frente de apoio ao petista

Ricardo Galhardo e Marianna Holanda - O Estado de S.Paulo


O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, participa de entrevista coletiva em hotel em São Paulo 
Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Após vencer quatro disputas presidenciais seguidas, a postura do PT, classificada por ex-aliados e adversários como “hegemonista”, deixou um rastro de ressentimentos que hoje dificulta reaproximações e a formação de uma “frente democrática” em torno do presidenciável Fernando Haddad e contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL).

Em entrevista ao Estado, neste domingo, 14, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixou claro que a postura do PT é um entrave para seu apoio a Haddad. “O PT no poder sempre teve uma deterioração da visão do (Antonio) Gramsci da hegemonia. Aqui não é cultural, é hegemonia do comando efetivo. Quando você vê o que foi dito a respeito do meu governo, nada é bom”, disse. 

FHC não é o único. Carlos Lupi, presidente do PDT, partido que declarou “apoio crítico” a Haddad, explicou por que a sigla e Ciro Gomes não entraram de cabeça na campanha petista. “É um acúmulo dessa coisa de hegemonia. Me diga uma unidade da Federação em que eles nos apoiaram. Para o PT, a gente só é bom quando os apoia”. Segundo Lupi, no dia 29, logo depois do segundo turno, o PDT vai lançar a candidatura de Ciro para a eleição presidencial de 2022.

Rede. O PT também procurou a Rede de Marina Silva, por meio de ex-petistas. As tratativas pararam quando a Executiva Nacional do partido decidiu não apoiar o petista ao estabelecer apenas o veto a Jair Bolsonaro. Questionado sobre as razões para não apoiar Haddad, Bazileu Margarido, membro da Executiva Nacional da Rede, criticou o que chamou de “erros” do PT, como as alianças com “o que há de pior na política”. 

Durante o debate do primeiro turno no SBT, Marina lembrou que, mesmo depois de o senador Renan Calheiros (MDB-AL) apoiar o impeachment, Haddad foi pedir “bênção” a ele. A maior parte do Congresso que eles chamam de conservador foi eleito na coligação do PT, disse Bazileu. “O PT, mais do que ninguém, preferiu priorizar sua hegemonia no campo das esquerdas do que construir uma alternativa que pudesse fazer frente a essa alternativa conservadora”, criticou.

Apesar da decisão da Executiva, a candidata derrotada da Rede ainda não definiu seu voto. Filiada ao PT por quase 30 anos, Marina sofreu duros ataques do partido na eleição presidencial de 2014 e costuma dizer que PT e MDB são irmãos siameses.

'A prepotência petista ', editorial do Estadão


A título de arregimentar apoio fora do curral lulopetista, Haddad agora quer fazer o País acreditar que nada tem a ver nem com o PT nem com Lula 

O Estado de S.Paulo

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As análises estatísticas do primeiro turno da eleição presidencial mostram aquilo que todos já sabem: o PT continua a reinar soberano nos remotos grotões do País, onde eleitores sustentados pelo assistencialismo do Bolsa Família idolatram o chefão petista Lula da Silva. Foi basicamente esse clientelismo que impulsionou a transferência de votos de Lula para seu preposto na eleição, Fernando Haddad, levando o ex-prefeito paulistano para o segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSL).

Superada a primeira etapa da campanha, e a título de arregimentar apoio fora do curral lulopetista, Haddad agora quer fazer o País acreditar que nada tem a ver nem com o PT nem com Lula. Mais do que isso: pretende identificar-se como um candidato sem partido, preocupado unicamente com a democracia brasileira, que, segundo seu discurso, estaria ameaçada pelo seu oponente – um ex-capitão que faz apologia da ditadura e da tortura.

Assim, a candidatura de Haddad seria nada menos que a salvação da democracia – condição que, se verdadeira fosse, tornaria praticamente obrigatório o voto no PT no segundo turno para aqueles que prezam as liberdades democráticas. Na narrativa elaborada pelos estrategistas do PT, aqueles que rejeitam esse axioma lulopetista, recusando-se a declarar voto em Haddad ainda que considerem Bolsonaro realmente uma ameaça à estabilidade do País, são desde logo qualificados como cúmplices do ex-capitão.

A isso se dá o nome de “coação moral”, como corretamente salientou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em entrevista ao Estado. FHC relatou que vem sendo pressionado a “tomar posições”, isto é, a declarar voto em Haddad para, desse modo, reafirmar sua defesa da democracia contra o avanço do autoritarismo. Não fazê-lo, depreende-se, seria renunciar a essa defesa, permitindo que Bolsonaro e sua agenda retrógrada e fortemente iliberal prevaleçam. O ex-presidente rejeita categoricamente essa associação. “Não preciso provar que sou democrático”, declarou, como se isso fosse necessário.

A artimanha eleitoreira petista está obrigando democratas acima de qualquer suspeita a vir a público para dizer que não votar em Haddad no segundo turno está longe de ser uma declaração de apoio a Bolsonaro, muito menos uma demonstração de desapreço pela democracia.

O PT talvez tivesse melhor sorte na colheita de votos fora de seu reduto se fosse honesto e reconhecesse que, sob sua gestão, o Brasil mergulhou na maior crise econômica, política e moral de sua história. Ganharia simpatia se admitisse que não deveria ter elevado ao panteão dos “guerreiros do povo brasileiro” um magote de criminosos. Teria alguma chance de sucesso se seu discurso em defesa da democracia não fosse seletivo, poupando ditaduras companheiras como a da Venezuela. Poderia se redimir caso passasse a respeitar a opinião daqueles que não são petistas e caso confessasse que errou ao nunca considerar legítimo nenhum governo que não fosse o seu.

Como se vê, apenas retirar o vermelho e apagar Lula da propaganda eleitoral não é o bastante para convencer os verdadeiros democratas de que vale a pena apoiar Haddad nessa suposta luta em defesa da democracia. Em seu desabafo, Fernando Henrique Cardoso – cujo legado ao País sempre foi tratado como “herança maldita” pelo mesmo PT que agora demanda seu apoio – deu voz a muitos dos que estão cansados da retórica malandra e arrogante do lulopetismo. “Com que autoridade moral o PT diz: ou me apoia ou é de direita? Cresçam e apareçam. (...) Agora é o momento de coação moral... Ah, vá para o inferno. Não preciso ser coagido moralmente por ninguém. Não estou vendendo a alma ao diabo”, disse o ex-presidente.

Por ter sistematicamente desrespeitado aqueles que não aceitaram sua busca por hegemonia, por ter jogado brasileiros contra brasileiros e por ter empobrecido a política por meio da corrupção e do populismo rasteiro, o PT colhe agora os frutos amargos – na forma de um repúdio generalizado ao partido em quase todo o País e da desmoralização de sua tentativa de vestir o figurino democrático, que nunca lhe caiu bem. 





Em evento pró-Haddad, Cid Gomes, irmão de Ciro, xinga petistas de 'babacas' e diz: 'Vão perder'


Senador eleito cobrou em evento no Ceará um pedido de desculpas dos petistas pelas "besteiras que fizeram"

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O ato de lançamento da campanha de Fernando Haddad no Ceará , no Marina Park, foi marcado pela discussão deCid Gomes , irmão de Ciro Gomes (PDT), com militantes petistas. Escalado para ser o primeiro a discursar, Cid cobrou um pedido de desculpas do PT pelas "besteiras que fizeram". Ao ser vaiado, disse que o partido vai "perder feio" a eleição se não assumir seus erros e lembrou que o ex-presidente Lula está preso.


A confusão entre Cid e os petistas diminui ainda mais as chances de um aliança entre PDT e PT no segundo turno. O partido de Ciro Gomes definiu um apoio crítico à candidatura de Fernando Haddad. O petista, que esperava que o candidato do PDT fizesse parte da coordenação de campanha, viu Ciro viajar para a Europa logo após a eleição.

No discurso desta segunda-feira à noite, Cid esperava não ser o primeiro a falar para poder "se acostumar" com as falas dos petistas, já que apoiou Ciro no primeiro turno. Inicialmente aplaudido, o ex-governador do Ceará cobrou dos petistas presentes que o partido fizesse um "mea culpa" se quisesse vencer a eleição.

- Não cabe a mim cobrar mea culpa de ninguém. Eu conheço o Haddad, é uma boa pessoa, tenho zero problema de votar no Haddad - disse Cid, antes de continuar:

- Mas se quiser dar um exemplo pro país, tem que fazer um mea culpa, tem que pedir desculpas, tem que ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira.

A frase gerou uma reação dividida na plateia. Um deles chamou a atenção de Cid e o senador eleito, apontando para o militante, iniciou uma série de críticas ao partido.

- É assim? É? Pois tu vai perder a eleição. Não admitir os erros que cometeram é pra perder a eleição. E é bem feito. Pois vão, vão, vão e vão perder feio. Vão perder feio! Porque fizeram muita besteira, porque aparelharam as repartições públicas, porque acharam que eram donos de um país e o Brasil não aceita ter dono - afirmou.

O irmão de Ciro ainda afirmou que "essas figuras que acham que são donos da verdade" criaram Bolsonaro.

- Não sei por que me pediram para falar. É para fazer faz de conta? Eu faço faz de conta - disse.

Nesse momento, parte da plateia começou a cantar gritos de ordem favoráveis ao ex-presidente Lula, gerando outra crítica de Cid.

- Lula o que? Lula está preso, babaca. O Lula está preso, o Lula está preso, e vai fazer o que? - afirmou. - Deixa de ser babaca, rapaz, tu já perdeu a eleição. 

Após pedir o "silêncio dos babacas do PT", o pedetista diz que falará apenas aos eleitores de Ciro que estavam no local. Após relembrar o apoio dado a candidatos do PT em locais onde a família Ferreira Gomes exerce influência no estado, Cid lembrou que ele e Ciro apoiaram a eleição e reeleição de Camilo Santana, atual governador do Ceará, ao contrário do PT, que seria um partido que quer ser "hegemônico". Apesar disso, Cid pede para que os eleitores de Ciro façam "mais um sacrifício".

- Engulam, façam mais um sacrifício. Nunca mereceram. Nunca deram nada em troca. Agora, faltando quatro meses para a eleição, eu convidei a Dilma para ser candidata a senadora no Ceará e o Lula impediu que ela viesse porque queria que o Eunício fosse eleito aqui no Ceará. O Lula! O Lula! - diz, gerando novas críticas de parte da plateia.

A crítica a Lula gerou nova reação exaltada dos presentes, o que levou Cid a terminar seu discurso se negando a pedir diretamente voto em Haddad.

- Grita, que eu não peço. Não vou pedir não. Beijinho, beijinho, tchau, tchau - finalizou.

Agenda João Doria - 16/10 - São Paulo, Mogi das Cruzes/SP

AGENDA JOÃO DORIA



Evento: GRAVAÇÃO DE PROGRAMA ELEITORAL
Horário: 8h30

Evento: ENTREVISTA GLOBO - TV DIÁRIO – AO VIVO
Horário: 12h

Evento: ENCONTRO COM A APHORTESP - ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES E DISTRIBUIDORES DE HORTIFRUTI DO ESTADO DE SÃO PAULO
Horário: 13h30
Local: Estrada do Rio Acima, Km 01 - Mogi das Cruzes/SP

Evento: ENTREVISTA GLOBO – SPTV 2ª EDIÇÃO – AO VIVO
Horário: 19h

Ibope: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%


Nos VOTOS TOTAIS, Jair Bolsonaro, do PSL, tem 52%, e Haddad, 37%. Pesquisa é a primeira do instituto no segundo turno das eleições.

G1

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O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 59%
Fernando Haddad (PT): 41%


Pesquisa Ibope - 15 de outubro - segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.


Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 52%
Fernando Haddad (PT): 37%
Em branco/nulo: 9%
Não sabe: 2%






TRE manda excluir vídeo de aliado de Márcio França contra Doria no Facebook


Vereador Camilo Cristófaro (PSB) teria distorcido fala de tucano candidato ao governo de São Paulo em debate na Band em 22 de setembro

Guilherme Coura - Estado

João Doria. Foto: ALEX SILVA/ESTADAO


O Tribunal Regional Eleitoral, em decisão liminar neste domingo, 14, determinou a retirada de um vídeo postado pelo vereador Camilo Cristófaro (PSB), aliado de Márcio França, supostamente distorcendo uma fala do candidato ao governo de São Paulo João Doria (PSDB) em debate da TV Bandeirantes em 22 de setembro.

As informações foram divulgadas no site do TER – 0609066-93.2018.6.26.0000.

Para o juiz auxiliar da propaganda eleitoral, desembargador Paulo Galizia, ‘a postagem desborda a liberdade de expressão na medida em que veicula montagem aparentemente ilícita, que distorce a afirmação feita por João Dória’.

O descumprimento da decisão gera multa diária de R$ 10 mil.

Paraná Pesquisas: João Doria lidera com 45,1% dos votos


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João Doria - PSDB

O Instituto Paraná, em parceria com a Jovem Pan, divulgou uma pesquisa que mostra o candidato João Doria (PSDB) à frente de Marcio França (PSB).

Doria aparece numericamente na frente, com 45,1% dos votos totais. França tem 41,1%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Existem ainda 8% de pessoas indecisas sobre o voto e 5,8% que pretendem votar em branco ou anular.


Considerando apenas os votos válidos, Doria aparece como vencedor, sem empate técnico, mas por uma margem mínima. Ele tem 52,3% dos votos, contra 47,7% de França. Considerando a margem de erro, a vantagem pode ser de apenas 0,6%.

A pesquisa foi feita com 2002 eleitores de São Paulo, durante os dias 10 a 14 de outubro de 2018. O nível de confiança é de 95%. Ela está registrada sob o n.º SP-06154/2018 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).