Agenda João Doria - 22/6 - São Paulo/SP

AGENDA JOÃO DORIA


Evento: Ato de apoio do Progressistas à pré-candidatura de João Doria ao Governo do Estado de São Paulo
Horário: 12h
Local: Hotel Radisson - Av. Cidade Jardim, 625 - São Paulo/SP

Agenda Geraldo Alckmin 22/06 – Caruaru/PE

AGENDA GERALDO ALCKMIN


Evento: Café no sítio Macambira, da família Lyra, com lideranças
Data: 22 de junho de 2018
Horário: 18h 

Evento:Visita à estação ferroviária (exposição, polo do repente e quadrilha)
Data: 22 de junho de 2018
Horário: 20h 

Evento: Show no pátio de eventos
Data: 22 de junho de 2018
Horário: 21h 


Bolsonaro é 'igualzinho ao PT', diz Alckmin


Tucano descartou aliança com MDB e disse que Temer foi 'escolhido' pelo PT

CRISTIANE JUNGBLUT - O GLOBO


O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, reforçou nesta quarta-feira os ataques a Jair Bolsonaro, pré-candidato do PSL e escolhido como alvo prioritário de sua campanha. O tucano afirmou que Bolsonaro é "igualzinho ao PT", destacando que "os extremos se atraem". Ao descartar uma aliança com o MDB, ele também vinculou o presidente Michel Temer ao PT, afirmando que ele foi "escolhido" pelo partido.

— O nosso adversário é fruto do corporativismo, da deturpação da política brasileira, sempre foi eleito para defender uma corporação, salários. É igualzinho ao PT, os extremos se atraem. É aquela coisa atrasada, corporativa. Ele não representa o sentimento de crescimento que o Brasil precisa. Os votos de Bolsonaro e PT são iguais — disse Alckmin, em entrevista ao portal "Metrópoles".

O tucano voltou ao discurso, mais uma vez contra Bolsonaro, de que não se resolverá os problemas do país "à bala". Ele repetiu diversas vezes a expressão. Ele disse que o crescimento do adversário é fruto de 3,5 anos de "recessão do governo petista".

— Quero voto dos conservadores, progressistas, jovens, homem, mulher. Mas não vamos resolver a bala: criar emprego, fazer UTI, criar vaga em creche à bala. Ao contrário, pretendo unir ao Brasil. O JK dizia: vou percorrer o Brasil de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Tem que diminuir um pouco essa raiva. Não temos dois Brasis. Não sou da ribalta, de fazer espetáculo. Não tem uma bala de prata, tem um conjunto, uma agenda que precisa ser feita e que fará a diferença — disparou o tucano.

Alckmin negou que esteja querendo uma aliança formal com o MDB, afirmando que o presidente Michel Temer foi escolhido pelo próprio PT para ser vice de Dilma Rousseff na eleição de 2014.

— Não estamos discutindo com o MDB. Não vamos discutir o governo (Temer), até porque quem escolheu o Temer foi o PT e não eu. Eles que são os responsáveis — disse ele.

O tucano despistou ao ser perguntado sobre a aproximação do DEM com o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, afirmando que, como médico anestesista, sabe lidar bem com o estresse e não perde o sono com isso. O comando do partido esteve com Ciro Gomes na noite de terça-feira e com o próprio Alckmin nesta manhã de quarta-feira. Ele fez questão de elogiar o pré-candidato do DEM, o deputado Rodrigo Maia (RJ).

— Rodrigo Maia é um dos melhores quadros desta nova geração. Queremos estar juntos, como em São Paulo. A gente tem que administrar a ansiedade. E tem dois ansiosos: os políticos e os jornalistas. Sou médico anestesista, então médico sabe controlar estresse — disse Alckmin.

Ele repetiu que está discutindo com outros quatro partidos. Apesar de ter se encontrado com o comando do DEM, disse que apenas com partidos que não teriam candidato. E elogiou o presidenciável do Podemos, Alvaro Dias.

— Sempre tive uma boa relação com o Alvaro, é um bom quadro. É pré-candidato. Estamos procurando fazer uma aliança com quem não vai ter candidato a presidente. Já temos cinco partidos (incluindo o PSDB ) e nenhum pré-candidato tem dois (partidos) — disse ele.

Alckmin repetiu que não venderá a Petrobras, mas ressaltou que poderá vender os setores de distribuição, transporte e ainda quebrar o monopólio de refino do óleo.

— A pesquisa, prospecção e produção são da Petrobras, e não vou privatizar a Petrobras. O que precisa é privatizar a distribuição, o transporte e quebrar o monopólio do refino. Pedro Parente foi um bom presidente da Petrobras — disse ele.

Doria próximo de levar no primeiro turno


Considerando apenas os votos válidos, Doria tem 44,9%

Radar - Veja

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Ainda sobre o levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado na manhã de ontem (19), poucos se atentaram ao percentual que exclui brancos e nulos, ou seja, os votos válidos.

Neste percentual, o ex-prefeito de São Paulo está próximo de levar o governo do estado no primeiro turno. Ele tem 44,9% das intenções de votos, contra 28,8 % de Paulo Skaf, 9,9% de Márcio França e 7,2% de Luiz Marinho.

Alckmin é antilula que surgirá após estouro da bolha de Jair Bolsonaro


Lulismo é agenda eleitoral

ADRIANO OLIVEIRA - PODER360

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Por diversas vezes, neste espaço, frisei que o candidato Jair Bolsonaro é uma bolha eleitoral e que representa um incipiente antilulismo. Mantenho estas duas hipóteses, apesar de Bolsonaro “liderar” as recentes pesquisas eleitorais quando o Lula não está presente.

Bolsonaro é uma bolha em razão de que ele não manterá os seus atuais porcentuais de voto no decorrer da campanha. A bolha tende a estourar. E o classifico como um antilulismo incipiente em virtude de que, quando a bolha estourar, um antilula surgirá, o qual deverá ser Geraldo Alckmin.

Recentemente, em razão de pesquisa qualitativa, uma tese surgiu e ainda deve ser encarada como hipótese. Bolsonaro possui eleitores que têm curto-circuito mental quando informações são disponibilizadas a eles. Essa tese nasce do pensamento do psicólogo Daniel Kahneman. Para ele, o indivíduo utiliza dois sistemas mentais para emitir respostas, o Sistema 1 e o Sistema 2.

Ao usar o Sistema 1, o eleitor é rápido em sua resposta. Mas quando utiliza o Sistema 2, ele é parcimonioso para emitir opinião. Promovo o dialogo entre o raciocínio de Kahneman e a seguinte premissa da Economia comportamental: indivíduos podem sofrer “empurrões” que orientam as suas decisões. Deste modo, com a intenção de incentivar o eleitor a usar o Sistema 2 para emitir a sua resposta, “empurrões” são dados a ele. Especificamente, informações são ofertadas ao entrevistado.

Diante do resumido argumento teórico exposto, pesquisas qualitativas (grupos focais) e quantitativas, podem “dar” empurrões a eleitores dispostos a escolherem Bolsonaro para presidente da República. Informações são ofertadas ao eleitor. Na prática, como isto funciona?

Quando o eleitor mostra disposição em votar em Bolsonaro, nova indagação é feita a ele. Mas desta vez, a pergunta vem acompanhada de uma informação negativa sobre Bolsonaro. É em razão desta que o eleitor de Bolsonaro revela curto-circuito mental.

A hipótese que tenho para explicar este processo é simples: O eleitor de Bolsonaro, ainda não sei quantos, utiliza apenas o Sistema 1 para optar por escolhê-lo como futuro presidente da República. Entretanto, diante de uma informação negativa sobre o candidato do PSL, o eleitor utiliza o Sistema 2 e opta por rejeitá-lo.

A tese do eleitor curto-circuito pode ser utilizada para qualquer outro competidor. Entretanto, observo que os eleitores de Bolsonaro não são convictos quanto à escolha dele para presidente. E sendo assim, eles podem mudar o voto para outro candidato.

O cenário eleitoral que insisto em apresentar é: o lulismo, por ser uma agenda na sociedade, tem eleitores convictos e estará no 2° turno da disputa presidencial. E Geraldo Alckmin, em razão da estrutura da campanha e da moderação, conquistará eleitores indecisos e parte dos eleitores de Bolsonaro. Neste caso, os eleitores que sofrerão curto-circuito mental em razão das estratégias eleitorais dos opositores de Bolsonaro.


*Adriano Oliveira, 42 anos, é doutor em Ciência Política. Professor do Departamento de Ciência Política da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). Sócio da Cenário Inteligência. Escreve para o Poder360 mensalmente.

Em entrevista à Jovem Pan, Alckmin apresenta seus planos sobre reforma política, economia e segurança pública


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O presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, concedeu nesta terça-feira (19) entrevista à Rádio Jovem Pan e falou sobre reforma política, seus planos para economia e segurança pública, além das conversas com demais partidos em sua pré-campanha à Presidência da República.

Alckmin salientou a importância de manter o diálogo com outras siglas, independentemente da formação de alianças, para estabelecer pontes. “As conversas caminham bem com PV, PTB, PPS e PSD. Não estamos conversando sobre alianças com o MDB porque eles têm candidato”, disse. “As alianças serão efetivamente formadas em julho, e acho que teremos a maior delas”, completou.
Ele ressaltou a importância de promover uma reforma política que enxugue o número de partidos e aproxime os eleitos dos eleitores, por meio do voto distrital. “Hoje você tem 35 partidos no Brasil. Não há 35 ideologias diferentes, então o que temos são pequenas e médias empresas financiadas com dinheiro público”, explicou.

Questionado sobre seus planos para economia, Alckmin reforçou a importância da atração de investimentos para o país voltar a crescer, gerando emprego e renda. Disse que não vai privatizar o Banco do Brasil nem a Petrobras, mas pretende quebrar o monopólio sobre o refino de petróleo, de modo a atrair investimentos para os campos abandonados no Nordeste.

Também afirmou que vai estudar a privatização da Caixa Econômica Federal e dos Correios. “Nós temos 144, 145 estatais. Claro que nós vamos privatizar. É óbvio. Aliás, é o que eu fiz em São Paulo. O setor elétrico está privatizado, o setor de gás, concessão de estrada, de metrô, de trem. O governo federal tem a ‘TV do Lula’. Não tem audiência, mas está lá a estatal”.

Alckmin também citou planos para a segurança pública, reforçando a importância da fiscalização das fronteiras para coibir o contrabando e o tráfico de drogas e armas. “Vou criar a Guarda Nacional, porque hoje a Força Nacional é frequentemente deslocada para os Estados, então é preciso uma guarda permanente. E uma Agência Nacional de Informação. Nós precisamos unir a inteligência da PF, da PRF, das Forças Armadas e dos Estados, além de aumentar a participação dos municípios na questão da segurança”, disse.

Roberto Freire rejeita convite de Marina e diz que PPS apoiará Alckmin


Pré-candidata da Rede segue em busca de parceiro de chapa que aumenta tempo de TV

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Roberto Feire e Geraldo Alckmin 

A pré-candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, continua a procura de aliança com partidos que possam aumentar seu tempo no horário eleitoral. Sem coligações, ela teria apenas oito segundos. Sondado para service na chapada da pré-candidata da Rede, o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, disse que seu partido já está comprometido com a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB).




‘Meu candidato é o João Doria’, afirma Alckmin


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João Doria e Geraldo Alckmin

O pré-candidato do PSDB à presidência, Geraldo Alckmin declarou nesta manhã, em entrevista na Jovem Pan, o apoio explícito à candidatura de João Doria em São Paulo. Questionado se seu coração batia mesmo por Marcio França, ele retrucou: “Vamos deixar uma coisa clara: o meu candidato é o João Doria, que é do PSDB, do meu partido”. Em seguida, depois de repetir o apoio, ele emendou: “Eu não vou brigar com o Márcio França, que me sucedeu e faz um bom trabalho”. 

Eleições 2018: Doria é líder isolado com 31,8% na disputa em SP


BR18

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O ex-prefeito paulistano João Doria, pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes pelo PSDB, lidera a corrida eleitoral em São Paulo. Segundo levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas nesta terça-feira, 19, Doria tem entre 31,8% e 33,5% das intenções de votos, conforme o cenário apresentado aos entrevistados, com mais ou menos candidatos no pleito.

Em segundo lugar, aparece o ex-presidente da Fiesp Paulo Skaf, pré-candidato pelo MDB, com 20,4% a 22,3% das preferências. O atual governador do Estado, Márcio França, do PSB, está em terceiro lugar, com 7% a 8,2%, de acordo com o cenário. Luiz Marinho, pré-candidato pelo PT, tem apenas 5,1% a 6,5% das intenções de voto. A pesquisa foi realizada com 2 mil eleitores, em 82 municípios paulistas, entre os dias 13 a 18 de junho.

Agenda Geraldo Alckmin 19/06 – Belo Horizonte/MG

AGENDA GERALDO ALCKMIN


Evento: Painel para apresentação de propostas para o Brasil Conv.: Julvan Lacerda - Associação Mineira de Municípios
Data: 19 de junho de 2018
Horário: 16h 
Local: Mineirão