Agenda do governador Geraldo Alckmin 10/07 - Pindamonhangaba/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin inaugura nesta segunda-feira, 10 de julho, a nova sede do 2º Distrito Policial, localizado no Distrito de Moreira Cesar, em Pindamonhangaba. Foram investidos R$ 6,1 milhões pelo Governo do Estado na construção da unidade, que passa a funcionar em prédio próprio. A prefeitura do município fez a doação do terreno. Antes, o 2º DP funcionava em um prédio alugado. O evento contará com a presença do secretário estadual da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho.


Evento: Inauguração da nova sede do 2º Distrito Policial
Data: 10 de julho de 2017
Horário: 10h
Local: Sede do 2º Distrito Policial – Avenida Manoel Teixeira de Souza, 701 – Laerte Assunção – Distrito de Moreira Cesar – Pindamonhangaba (SP)

'Defendo que o PSDB tenha um olhar para o Brasil', diz Doria


Prefeito de São Paulo reitera posição sobre desembarque do partido do governo Temer, mas com apoio às reformas

Eduardo Laguna, O Estado de S.Paulo

Doria durante desfile da Revolução Constitucionalista de 1932 em frente ao Obelisco do Ibirapuera Foto: 
Tiago Queiroz/Estadão


O prefeito de São Paulo, João Doria, reiterou neste domingo, 9, que seu partido, o PSDB, desembarque do governo do presidente Michel Temer, mas apoie as reformas em andamento no País. Segundo o tucano, essas questões serão discutidas em reunião prevista para esta segunda-feira, 10, no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo paulista, com as principais lideranças da legenda, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, governadores e parlamentares.

"Não defendo que o PSDB se mantenha no governo. Defendo que o PSDB tenha um olhar para o Brasil, e como fazer para que as reformas continuem", afirmou.

Após participar do desfile cívico em homenagem aos combatentes da revolução constitucionalista de 1932, na Capital, além de pedir um "olhar para o País", o prefeito considerou ser um gravíssimo erro, que pode agravar ainda mais a crise, pensar neste momento apenas na questão partidária ou na oportunidade política.

"É preciso ter consciência e equilíbrio para tomar decisões. Não vejo que as decisões devam ser apenas de ordem partidária e política. Devem ser de ordem social", disse o prefeito, fazendo uma defesa da aprovação das reformas trabalhista e da Previdência.

Doria evitou falar sobre qual seria o melhor nome para liderar o País neste momento. "Não vejo discussão em torno de nomes. Vejo discussão em torno do País, de qual é a melhor alternativa para estabilizar o País."

Não há razão para o PSDB participar do governo após as reformas, diz Alckmin


Declaração foi dada neste domingo, 9, em desfile que homenageia os combatentes da Revolução Constitucionalista de 1932

Eduardo Laguna - O Estado de S.Paulo

Alckmin acompanhou o evento ao lado do prefeito de São Paulo, João Doria
Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Na véspera de uma reunião que deverá reunir as principais lideranças tucanas para discutir o possível desembarque do PSDB da base aliada do governo do presidente Michel Temer (PMDB), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), indicou, neste domingo, 9, que, por ele, a legenda romperia a aliança , e destacou que a decisão de seu partido sobre a permanência ou não na gestão do peemedebista é questão de semanas.

Mas o governador ponderou que o partido tem responsabilidade com o País e que um eventual desembarque pode gerar tumulto num momento em que o governo federal já encontra dificuldades para aprovar a reforma trabalhista.

"Eu encerraria (a aliança). Vamos ter, na terça-feira, a decisão da questão trabalhista. É questão de semanas (para o PSDB tomar uma decisão). Olha que não fui favorável a entrar no governo, mas acho que nós deveremos encerrar esse período (das reformas). Depois disso, vejo que não há nenhuma razão para o PSDB participar do governo", afirmou.

Após assistir ao desfile cívico em homenagem aos combatentes da Revolução Constitucionalista de 1932 deste domingo, na Capital, o governador reiterou o compromisso do partido com as reformas, mas adiantou que não vê motivo para o PSDB participar do governo depois da votação da reforma trabalhista, prevista para terça-feira, 11, no Senado, e após ficar claro se a reforma da Previdência vai prosperar ou não, o que, na sua previsão, deve ser conhecido em pouco tempo. Alckmin citou ainda que o partido deve aguardar a reforma política, que "também tem data". Na sua avaliação, os tucanos devem ajudar o Brasil, "mas sem precisar participar do governo".

Alckmin voltou a defender que o compromisso de seu partido não deve ser com o governo e muito menos com cargos. "Aliás, lá atrás (desde que Temer assumiu o comando do País) já tinha defendido que nós deveríamos aprovar todas as medidas de interesse do Brasil, as reformas, sem participar com cargos no governo", frisou o governador.

O governador não confirmou se a reunião de emergência prevista para esta segunda-feira, 10, em São Paulo e que deverá reunir as principais lideranças tucanas, como governadores e parlamentares, está confirmada. Ele adiantou, porém, que este encontro não deverá ser o que baterá o martelo sobre os rumos da aliança do partido com o governo Temer.