Governador Geraldo Alckmin assina parcerias com Doria e libera R$ 45 milhões para construção de creches


Acordos entre secretarias estaduais e municipais beneficiarão a população de São Paulo com ações nas áreas da educação, saúde, meio ambiente e infraestrutura


Na segunda reunião de integração entre as equipes do Estado e da Prefeitura de São Paulo, nesta segunda-feira, 10 de abril, o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria assinaram convênio para a transferência de R$ 45 milhões para a construção de creches na capital, além da cessão de prédios estaduais que serão adaptados com a mesma finalidade. “Tivemos uma reunião muito proveitosa com o prefeito João Doria, que resultou em boas parcerias. Liberamos R$ 45 milhões para o ensino infantil e estamos cedendo áreas e prédios do Estado, que serão adaptados. Os secretários José Renato Nalini e Alexandre Schneider já estão definindo os locais”, explicou o governador.

Na ocasião, o secretário José Renato Nalini também anunciou que as tratativas entre as secretarias da Educação do Estado e do Município para unificação dos calendários escolares estão adiantadas e deverão ser colocadas em prática em 2018. “Quero fazer um agradecimento muito sincero ao Governo do Estado, em especial ao governador de São Paulo, pela ação integrada, positiva, que permitiu uma economia de recursos e melhoria de eficiência no serviço público na cidade de São Paulo”, declarou o prefeito João Doria.

A Secretaria da Administração Penitenciária do Estado também firmou parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Reeducandos do sistema prisional do Estado vão pintar todas as escolas municipais, 1.828 unidades, até o fim deste ano. “A Prefeitura vai entrar com o material e os reeducandos farão o serviço de pintura e acabamento até o dia 31 de dezembro”, anunciou Alckmin.

O secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, também se reunirá com o secretário Gilberto Natalini, titular do Verde e Meio Ambiente no Município, para colocar em prática outra parceria envolvendo os reeducandos do sistema prisional paulista. Os internos de 14 unidades prisionais produziram 200 mil mudas de árvores nativas que serão plantadas em parques e praças do município. “Assim que recebermos da Prefeitura o inventário das áreas para plantio das árvores, o trabalho será iniciado”, explicou Lourival.


Saneamento

Durante o encontro, o governador lembrou a retomada do programa Córrego Limpo. “Iniciamos os serviços de revitalização e manutenção de 69 dos 149 córregos recuperados na etapa anterior do programa. Trata-se de um trabalho conjunto entre a Sabesp, responsável pela ligação de água e esgoto, e a Prefeitura, que limpará os córregos”, frisou Alckmin.

Na área de Saneamento, o governador também anunciou que o Estado vai investir aproximadamente R$ 110 milhões na construção de um novo piscinão na região da Mooca, em terreno cedido pela Prefeitura.


Fazenda

Um Termo de Cooperação entre Secretaria Estadual da Fazenda, Detran-SP, Secretarias Municipais da Fazenda e de Mobilidade e Transportes também foi celebrado para compartilhamento de informações por meio de cruzamento de dados dos radares, com o objetivo de reduzir a evasão de IPVA. “Essa ação vai permitir uma fiscalização mais acentuada e impedir que carros emplacados em outras cidades tenham como base a capital”, explicou Alckmin.

A Secretaria Estadual da Fazenda e a Secretaria Municipal de Gestão também vão compartilhar o uso da Bolsa Eletrônica de Compras (BEC) e da referência de preços dos Estudos Técnicos de Serviços Terceirizados do Estado pela Prefeitura. O Estado vai poder usar informações do sistema de controle de evolução patrimonial dos servidores da Controladoria Geral do Município.


Saúde

Duas carretas do programa Mulheres de Peito serão enviadas pela Secretaria Estadual da Saúde a bairros indicados pelo município. Nas unidades, é possível fazer exames preventivos para câncer de mama em mulheres com idade entre 50 e 69 anos, sem necessidade de pedido médico. Outras duas carretas serão cedidas ao município para a instalação de Centros Médicos Móveis. “Além de aumentar o número de mulheres beneficiadas pelas carretas do Mulheres de Peito, também vamos contribuir para ampliar o programa Dr. Consulta, da Prefeitura”, ressaltou Alckmin.


Segurança

Segurança Pública ficou definido a fortalecimento da integração entre o Detecta, que reúne os bancos de dados das polícias paulistas e câmeras de monitoramento, com o programa Cidade Segura, da Prefeitura. “Já integramos todas as câmeras da CET ao Detecta, permitindo a prisão de mais de 2.300 suspeitos e a recuperação de 1.600 veículos roubados até fim de março”, enfatizou o secretário da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa. Nas próximas semanas, mais 250 câmeras serão integradas.


Emprego

A Secretaria Estadual da Justiça e da Defesa da Cidadania vai disponibilizar os 16 Centros de Integração da Cidadania e CIC do Imigrante para a implantação de cursos de formação profissional da Prefeitura. A parceria vai beneficiar a população em situação de rua.

'Ótimo candidato', diz Alckmin sobre Doria na disputa para governador


Prefeito completa 100 dias de gestão nesta segunda; em entrevista ao 'Estado', ele admitiu pela primeira vez a possibilidade de disputar o governo estadual em 2018

Juliana Diógenes e Adriana Ferraz - O Estado de S.Paulo

O governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria, ambos do PSDB, reuniram-se nesta segunda com secretários das duas gestões
Foto: Hélvio Romero/Estadão

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse na manhã desta segunda-feira, 10, que o prefeito João Doria (PSDB) "seria um ótimo candidato" ao governo estadual nas eleições de 2018. A declaração foi feita após reunião com o prefeito e secretários estaduais e municipais no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, no Morumbi, zona sul da capital paulista.

Próximo dos cem dias de governo, que se completam nesta segunda-feira, o prefeito de São Paulo admitiu pela primeira vez, em entrevista ao Estado, que pode deixar o cargo para se candidatar ao governo estadual. Isso caso haja um pedido do governador, ao qual reforça a fidelidade sempre que confrontado com a possibilidade de uma candidatura a presidente.

Na avaliação da maioria dos moradores de São Paulo, Doria não deve abandonar o mandato para ser candidato nas eleições de 2018, segundo o Datafolha. A pesquisa, divulgada neste sábado, 8, mostra que 55% dos moradores acham que ele deve cumprir seu mandato de prefeito.

Após encontrar-se com o governador, Doria apresentou na sede da Prefeitura um balanço dos seus 100 dias à frente da administração. Lá, questionado se ouviria o apelo de Alckmin ou a população sobre uma possível candidatura ao governo do Estado, o tucano se esquivou. 

"Vou ouvir os dois. Tenho estima, admiração e respeito pelo governador Geraldo Alckmin. E tenho lealdade também, essa é uma característica que tenho e vou manter, talvez diferentemente de outros, sou leal ontem e hoje", afirmou. "Tenho que ouvi-lo, sim, e ouvir a população. Afinal, governamos para a população. A população é que nos aprova, é que determina se estamos o caminho certo. E até aqui estamos."

O levantamento mostra ainda que apenas 13% dos moradores acham que Doria deveria disputar a vaga ao governo estadual e outros 14% para presidente.

Governadores e Geraldo Alckmin e Marconi Perillo discutem propostas nacionais em vídeo no Facebook


Governador de São Paulo adere a pronunciamento nas redes sociais, mesma linha do que faz o prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB)

Daniel Weterman - O Estado de S.Paulo

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Em meio ao aumento da repercussão de uma eventual candidatura do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em 2018, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), fez Geraldo Alckmin (PSDB) aderir neste domingo à transmissão ao vivo pelas redes sociais, prática comum de Doria na internet.

O governador Geraldo Alckmin participou ao vivo da série "Papo com o Governador", promovida na rede social Facebook pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Assista ao vídeo:


Alckmin apareceu ao vivo no Facebook ao lado de Perillo, um de seus principais aliados fora de São Paulo na articulação para uma candidatura ao Planalto em 2018. Na conversa, Alckmin chegou a brincar quando um internauta o chamou de presidente. "Posso ser vice do Marconi, viu?", afirmou.

A conversa faz parte da série "Papo com o Governador", que é feita por Marconi em Goiás, mas que neste domingo foi transmitida diretamente pela conta de Alckmin no Facebook. Esse formato de interação já é feito pelo prefeito João Doria, que, além dos vídeos diários nas redes sociais, tem o programa semanal "Olho no Olho" no Facebook, em que traz um convidado para uma conversa ao vivo com o público.

Durante a conversa, os dois governadores, que estão na capital paulista, trocaram ideias sobre propostas para o Brasil e defenderam um maior protagonismo dos Estados e interação entre os chefes dos Executivos estaduais. Alckmin contou até que há um grupo de WhatsApp com os 27 governadores brasileiros. "A gente está sintonizado para superar a crise", afirmou.

Durante a transmissão, o governador de São Paulo defendeu reformas para o Brasil sair da crise. Ele disse que é preciso fazer a reforma da Previdência estabelecendo as mesmas regras do setor privado para o setor público. Para ele, é necessário ainda ter política fiscal forte, política monetária que baixe os juros e uma política cambial que deixe o dólar competitivo. Já Marconi disse que a saúde financeira dos Estados depende da reforma previdenciária. "Ou fazemos isso ou muitos Estados brasileiros vão virar Grécia", disse.

Alckmin defendeu ainda uma descentralização da política brasileira, que, segundo ele, atualmente é concentrada em Brasília. "É muito centralizado. Devemos descentralizar, facilitar a vida das pessoas, desburocratizar, chamar a iniciativa privada para participar da atividade econômica", disse.

Os dois se manifestaram favoráveis a programas de privatizações e concessões, citando os recentes leilões de concessão realizados por São Paulo para rodovias e aeroportos e a privatização da Celg, em Goiás. "Traz investimento privado, gera emprego e melhora a infraestrutura. Essa é a agenda positiva", disse Alckmin, sobre as privatizações.

Mudanças na legislação eleitoral também foram defendidas pelos políticos. Alckmin afirmou que é preciso estabelecer uma cláusula de barreira que diminua o número de partidos representados no Congresso e implantar o voto distrital, seja puro ou misto. "Há uma falência no modelo político brasileiro, uma falência completa", disse. Marconi completou dizendo que é favorável ao fim das coligações proporcionais nas eleições.

Estratégia. O governador Marconi Perillo tem intensificado, nos últimos dias, o contato com o governador Geraldo Alckmin e a divulgação do nome do tucano paulista fora de São Paulo, visando a sucessão presidencial. Segundo uma fonte ouvida pelo Broadcast Político, o goiano está intensificando a aproximação com Alckmin, que pretende sair candidato à Presidência da República, para aumentar a divulgação de Goiás no cenário nacional. Perillo considera que, durante os governos petistas, o Estado foi desprezado na distribuição de recursos e é preciso "correr atrás" da demanda represada, disse a fonte.

No bate-papo, Alckmin classificou o goiano como "o grande líder do Brasil central", enquanto Marconi devolveu elogios ao governador paulista falando que Alckmin é uma referência com sua política de austeridade fiscal em São Paulo. "Esse é o ídolo que eu tenho. Um grande brasileiro, um homem corretíssimo, um gestor competentíssimo", declarou o goiano.

No sábado (8), Perillo e Alckmin foram homenageados pelo PHS com a medalha "Mérito Solidarista", concedida pelo partido em comemoração aos 20 anos de fundação da legenda. O PHS, que, como mostrou reportagem do Grupo Estado no ano passado, visa a promover uma "ponte" para Alckmin em Minas Gerais após a eleição de Alexandre Kalil na Prefeitura de Belo Horizonte, promoveu um encontro nacional com a presença dos tucanos no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Amanhã, Perillo deve se encontrar com o prefeito João Doria, afilhado político de Alckmin e que nos últimos dias tem visto seu nome crescer nas especulações para uma candidatura à sucessão no Palácio dos Bandeirantes e até mesmo ao Planalto. A agenda ainda não está oficializada e deve ser confirmada por Doria no fim do dia de hoje.

"Doria é popular porque é bom zelador", artigo de Leão Serva


Folha de S.Paulo

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A neurociência tem mostrado que o ser humano tem opinião prévia sobre as coisas: diante de um objeto qualquer, forma sua avaliação em uma fração de segundo (cerca de 1/200 para imagens, por exemplo). Depois vai buscar explicações racionais para a decisão. Isso vale para a compra da casa própria, um novo romance ou políticos. João Doria (PSDB) irrita os analistas políticos desde que anunciou sua candidatura. Os eleitores, ao contrário, gostam de sua performance.

Sinal desse descompasso entre jornalistas e opinião pública são vaticínios de que o prefeito vai tropeçar em breve: erraram nas prévias do PSDB, na eleição e na pesquisa Datafolha deste fim de semana (eu mesmo, neste espaço, apostei que ele perderia nas duas etapas de 2016). Mesmo assim, analistas insistem: ele terá dificuldades para manter a popularidade. Trata-se de uma obviedade: se não continuar sendo um bom prefeito aos olhos da maioria dos eleitores, vai cair nas pesquisas.

Uma outra pesquisa Datafolha, sobre as razões que levaram ao voto na eleição do ano passado, mostrou que os eleitores deram a Doria a vitória no primeiro turno porque se encantaram principalmente com suas propostas para a saúde. Pois ele tomou posse e em poucos meses apresentou resultados inéditos na redução das filas de exames por imagem, para os quais falta infraestrutura na rede pública.

Feitos os diagnósticos, aumenta a fila para as consultas de retorno. Agora ele terá dificuldades, alertam os oráculos: sim, mas trata-se de um desafio muito mais simples, pois depende apenas de recursos existentes na rede pública.

Além da saúde, a análise histórica das curvas de aprovação em São Paulo revela sem sombra de dúvidas: a popularidade de um prefeito tem correlação absoluta com o preço da passagem de ônibus. Doria congelou o Bilhete Único. Desde aquele momento era previsível que ele terminaria o ano (ou o período de congelamento da tarifa) com alta popularidade.

Os oráculos alertam para o fato de que isso exige mais subsídios. Óbvio, mas a solução é simplesmente uma questão de prioridade, semelhante à que faz a dona de casa economizar em tomate para gastar em frango.

Por fim, outra coisa que irrita muito os que não gostam de Doria é sua fantasia semanal de gari. São provavelmente pessoas que adoravam ver Lula e Dilma vestidos de petroleiros, sujando a mão no óleo. Cada um curte a fantasia que admira. Mas a participação de autoridades na limpeza das ruas é prática elogiável: Tóquio era uma cidade suja até os anos 1950, fez uma revolução cultural nessa área, que envolveu levar às ruas ricos e pobres para fazerem zeladoria de suas quadras. É algo simbólico que, mantido com persistência, pode mudar o nojo que são nossas ruas.

O que me parece que falta aos analistas e à opinião pública em geral é a capacidade de perceber que Doria pode estar quebrando um paradigma da administração pública brasileira: a de que zeladoria não dá votos. A aprovação de Gilberto Kassab (PSD) no primeiro mandato (o da Cidade Limpa, 2006-2008) deu todos os sinais de que um prefeito zelador pode ser popular. E essas atividades (agora reunidas sob o nome Cidade Linda) custam muito menos do que grandes realizações. São perfeitas para um tempo de crise orçamentária, como os analistas garantem que estamos vivendo.


*Leão Serva é ex-secretário de Redação da Folha, jornalista, coautor de 'Como Viver em SP sem Carro', faz pesquisas no Warburg Institute, em Londres, com o apoio da Capes. 

"O país mudou, mas há quem ainda não acredite nisso", artigo de Aécio Neves


Folha de S.Paulo 

Para quem passou anos investindo na polarização do nós contra eles, pobres contra ricos, patrão contra empregado, o resultado da pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, junto a setores da periferia paulistana, deve ter sido um susto.

O objetivo era conhecer melhor esse segmento social e, para isso, foram ouvidos moradores de bairros periféricos e favelas de São Paulo, todos ex-eleitores do PT entre os anos de 2000 e 2012. Em 2014, esse grupo já não votou em Dilma Rousseff.

O retrato que salta da pesquisa é contundente. A polarização existente na realidade desses brasileiros opõe, na verdade, Estado a cidadão, governo a sociedade, renegando chavões de discursos ultrapassados e apontando mais uma face da crise de representatividade presente no país.

Sai de cena uma população cativa do Estado benfeitor e se afirma uma nova mentalidade cidadã, que acredita na meritocracia e na capacidade de crescer pelo esforço individual. Caem por terra os clichês de uma esquerda antiquada e populista, refém de um discurso estacionado no século passado. O mundo mudou, o país mudou. Mas há quem ainda não acredite nisso.

O fracasso da gestão econômica patrocinada pelo PT já é conhecido dos brasileiros, que hoje têm a árdua missão de resgatar o país de uma recessão histórica que provocou uma queda de quase 10% do PIB per capita nos últimos anos, esmagou os setores produtivos e mantém milhões de desempregados.

O que a pesquisa revela agora é a consciência de uma parcela expressiva de brasileiros que foram beneficiários de políticas que os incluíram no mercado de consumo, mas que fracassaram como projetos mais amplos de cidadania.

Essas pessoas não se acomodam com benesses assistenciais, mas anseiam por oportunidades de crescimento, por menores restrições ao desenvolvimento de seus negócios próprios e por um país que valorize aqueles que produzem.

Nesse contexto, o Estado é percebido por elas como adversário, não como aliado do cidadão, seja esse o trabalhador ou o empresário.

A pesquisa vem a público justamente em um momento crítico da vida nacional. Por um lado, aí estão os números do impacto recessivo junto à população e o crescimento da pobreza. Somos um dos dez países mais desiguais do mundo, informa a ONU. Por outro lado, é nesse contexto de crise social e restrição orçamentária que se impõe a necessidade de reformas estruturais capazes de salvar o país e recolocá-lo nos trilhos do crescimento.

As escolhas são difíceis, mas não podem ser demagógicas ou populistas. O que todos querem é trabalhar em paz, em um ambiente sadio, sem corrupção e sem a mão opressiva do Estado. O recado está dado. Resta saber se ouvido.


*Aécio Neves é senador pelo PSDB-MG. Foi candidato à Presidência em 2014 e governador de Minas entre 2003 e 2010. É formado em economia pela PUC-MG. 

Agenda do prefeito João Doria e governador Geraldo Alckmin 10/04 - São Paulo/SP

                                                             AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin comanda, nesta segunda-feira, 10, juntamente com o prefeito João Doria, a segunda reunião entre secretários do Estado e da Capital.


Evento: Reunião entre secretários do Estado e do Município
Data: Segunda-feira, 10 de abril de 2017
Horário: 7h às 9h
Local: Palácio dos Bandeirantes - Av. Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP