Agenda do governador Geraldo Alckmin 21/02 - São Paulo/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin envia nesta terça-feira, 21, para a Assembleia Legislativa, Projeto de Lei que pretende revisar as penalidades de multa e juros para os contribuintes no caso de infrações à legislação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O objetivo é facilitar a regularização das obrigações tributárias de empresas com débitos e permitir que elas possam continuar suas atividades.


Evento: Envio de Projeto de Lei de redução de multas e juros para devedores do Estado
Data: Terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
Horário: 10h
Local: Palácio dos Bandeirantes - Avenida Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP

Governador Geraldo Alckmin e Doria firmam convênio para atuação conjunta na fiscalização de postos de combustíveis


Parceria prevê articulação de órgãos municipais e estaduais no combate às fraudes nos combustíveis


O Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo celebraram, nesta segunda-feira, 20 de fevereiro, convênio para a realização de ações conjuntas de fiscalização em postos de combustíveis e a implementação de estratégias integradas de combate à fraude e irregularidades no comércio de combustíveis.

“Hoje, a operação De Olho na Bomba ganha um grande reforço: a prefeitura da capital. A operação visa defender o consumidor que, muitas vezes sem saber, está abastecendo em um posto que tem fraude volumétrica, conhecida como bomba baixa, onde paga-se por 30 litros e entram 28 litros no tanque”, explicou o governador, listando outras fraudes fiscalizadas. “Fiscalizamos também a qualidade, que é quando se colocam água no álcool e solvente na gasolina, além da sonegação fiscal de maus empresários”, disse.

O convênio, celebrado pelo governador Geraldo Alckmin e pelo prefeito de São Paulo, João Doria, em cerimônia às 5h30, na Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, reforça as ações de combate às fraudes em combustíveis que vêm sendo feitas pelo governo estadual, de modo integrado, desde o segundo semestre de 2016, quando quase 600 postos foram fiscalizados em mais de 50 municípios.

O documento prevê a articulação de órgãos municipais e estaduais no combate às fraudes nos combustíveis. A parceria envolve as secretarias de Segurança Urbana (Guarda Civil Metropolitana); de Serviços e Obras; de Urbanismo e Licenciamento, e das prefeituras regionais, que mobilizarão recursos material e humano nas ações cooperadas pelo Instituto de Pesos e Medidas (IPEM) e pela Fundação Procon, ambos vinculados à Secretarias de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, e com as secretarias da Fazenda e da Segurança Pública.

“Essa é uma operação que começa hoje e não tem data para terminar”, comentou o secretário de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, Marcio Elias Rosa.


De Olho na Bomba

Após a assinatura do convênio, foi deflagrada uma nova operação, que envolveu também a Agência Nacional de Petróleo (ANP), para fiscalizar postos da capital. Serão fiscalizados 30 postos na Capital com indícios de irregularidades mais graves identificados pela ANP, contando com quatro equipes de oito pessoas, envolvendo ANP, PROCON, IPEM, Polícia Civil, Fazenda Estadual e órgãos de fiscalização da prefeitura.

Nas primeiras horas da operação, a equipe flagrou um posto irregular na zona Sul, localizado na avenida Vitor Manzini, 450. O estabelecimento de nome fantasia Agusta teve autorização revogada pela ANP, em 2014, após ser interditado três vezes. O posto foi interditado com a colocação de malotões de concreto por funcionários da prefeitura.

“Esse posto será lacrado, fechado formalmente pela Prefeitura de São Paulo e multado por ser reincidente. Não pode haver um mau exemplo daquele que rouba, frauda, usurpa e continua a fazer”, disse o prefeito João Doria.

Estiveram também presentes na cerimônia o secretário adjunto de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Souto Madureira; o chefe de gabinete da pasta, Leonardo de Moraes Barros; o secretário de Estado da Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho; o secretário de Estado da Fazenda, Helcio Tokeshi; o vice-prefeito da capital, Bruno Covas; o secretário municipal de Justiça, Anderson Pomini; o coordenador-geral da Regional São Paulo da ANP; Noel Moreira Santos; o superintendente do IPEM, Guaracy Fontes Monteiro Filho; e o diretor Executivo do Procon, Paulo Miguel.

Lula, Dilma e Mercadante tramaram contra Lava Jato, diz PF


Relatório de 47 páginas enviado ao ministro Edson Fachin, do STF, sustenta que ex-presidentes e ex-ministro provocaram 'embaraços ao avanço das investigações da Operação Lava Jato'

Fabio Serapião e Fausto Macedo - Estadão

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A Polícia Federal atribui aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff crime de obstrução de Justiça e ao ex-ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil e Educação) os crimes de tráfico de influência e também por obstrução de Justiça. Em relatório de 47 páginas o delegado de Polícia Federal Marlon Oliveira Cajado dos Santos, do Grupo de Inquéritos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, sugere que os ex-presidentes e o ex-senador e ex- ministro (Educação e Casa Civil) sejam denunciados criminalmente, mas em primeiro grau judicial – no âmbito da Justiça Federal do Distrito Federal – porque nenhum deles, Lula, Dilma e Mercadante, detém foro privilegiado na Corte máxima.

O relatório do inquérito foi encaminhado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, e ao procurador-geral da República Rodrigo Janot. Formalmente, a PF não indiciou Lula, Dilma e Mercadante, mas sustenta que ‘o conjunto probatório é suficiente’.

Para a PF, ao nomear Lula ministro-chefe da Casa Civil, em março de 2016., a então presidente e seu antecessor – que com a medida de Dilma ganharia foro privilegiado no Supremo e, na prática, escaparia das mãos do juiz federal Sérgio Moro – provocaram ’embaraço ao avanço da investigação da Operação Lava Jato’.

A conclusão da PF ocorre na mesma semana em que o ministro Celso de Mello, do STF, deu sinal verde para a nomeação do ministro Moreira Franco – citado em delações de executivos da empreiteira Odebrecht – para a Secretaria-Geral da Casa Civil do governo Michel Temer.

A nomeação de Lula, então sob investigação da Lava Jato, foi barrada pelo ministro Gilmar Mendes, do STF. No caso de Aloizio Mercadante, a investigação foi baseada na gravação de uma conversa dele com o ex-chefe-de-gabinete do ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT/MS), Eduardo Marzagão. O ex-ministro teria demonstrado empenho em barrar a delação premiada de Delcídio. A PF crava que Mercadante provocou ’embaraço à colaboração premiada do ex-senador Delcídio do Amaral’.

O inquérito foi aberto para investigar simultaneamente três capítulos emblemáticos da Lava Jato: 1) o teor da conversa gravada entre Mercadante e o ex-chefe de gabinete de Delcídio no Senado, ocorrida em 28 de dezembro de 2015 – 33 dias depois da prisão de Delcídio; a nomeação de Lula para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma; e a indicação do ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas para o Superior Tribunal de Justiça, episódio envolvendo o ex-presidente da Corte, ministro Francisco Falcão.

Com relação aos ministros do STJ, o delegado da PF sugere desmembramento dos autos porque ambos desfrutam de foro especial no Supremo. A nomeação de Navarro para o STJ teria sido resultado de um plano, segundo a delação de Delcídio, para favorecer o empreiteiro Marcelo Bahia Odebrecht, preso desde 19 de junho de 2015 na Lava Jato.

Nessa parte da investigação que cita Navaro e Falcão, o delegado pretendia ouvir Odebrecht e também o ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo, além de Delcídio e Diogo Ferreira Rodrigues, que trabalhou no gabinete do ex-senador. Mas, com os desdobramentos da delação premiada do ex-presidente da Odebrecht – atualmente, preso em Curitiba -, Cajado considerou oportuno aguardar que se dê publicidade às revelações do empreiteiro.

Ao se referir especificamente a Mercadante e à gravação, a PF diz. “Os conteúdos das conversas são reveladores.” Os diálogos foram gravados por Marzagão. Na ocasião, Delcídio já sinalizava que pretendia fazer uma delação premiada.

O ex-senador foi preso em flagrante no dia 25 de novembro de 2015, por ordem do Supremo Tribunal Federal, sob acusação de tentar comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró (Internacional) – o próprio Delcídio foi gravado pelo filho de Cerveró tramando até uma possível fuga do ex-diretor da estatal petrolífera para o exterior.

O alcance explosivo da delação de Delcídio, que foi líder do Governo Dilma no Senado, deixou o Palácio do Planalto em alerta máximo. Mercadante tinha acabado de deixar a Casa Civil de Dilma, no dia 2 de outubro, e assumira a Educação.

Mercadante teria se empenhado em encontrar uma estratégia legal para livrar o ex-senador. A prisão de Delcídio foi endossada pelo Senado, com o que Mercadante nunca concordou. Para ele, a saída poderia ser encontrada no âmbito do próprio Senado. “Só dá prá fazer coisa na legalidade, com transparência”, disse o ex-ministro na conversa com Eduardo Marzagão.

“Ele (Delcídio) se defenda como achar que deve se defender, não tô falando nem como governo nem como ministro da Casa Civil. Eu serei solidário ao Delcídio”, disse, ainda, Mercadante.

No relatório, o delegado Marlon Cajado afirma que Mercadante ‘atuou de forma consciente para prejudicar acordo de colaboração premiada de Delcídio do Amaral objetivando embaraçar o avanço das investigações da Operação Lava Jato’.

A ação de Mercadante incluiria uma conversa com o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo. “Também precisa conversar com Lewandowski. Eu posso conversar com ele para achar uma saída.’ O ex-ministro e ex-senador sempre sustentou que a ‘saída’ que busca era dentro do aspecto legal e no próprio Senado, por meio da convocação de uma nova sessão na Casa.

A PF é taxativa ao apontar a ‘existência da materialidade do crime de tráfico de influência, previsto no artigo 332 do Código Penal com autoria de Aloizio Mercadante’.

“Vez que o mesmo, a pretexto de desestimular o acordo de colaboração premiada de Delcídio do Amaral, jacta-se de que utilizaria seu prestígio para costurar uma ‘saída’ junto ao Senado Federal com o então presidente (do Senado) Renan Calheiros e o advogado-geral do Senado Bruno Dantas, e no Supremo Tribunal Federal, com o ministro Ricardo Lewandowski e outros, de modo a conseguir a libertação de Delcídio do Amaral.”

Para o delegado da PF, contra Mercadante existem ‘indícios de obstrução de Justiça e tráfico de influência’.

Sobre Lula e Dilma, o delegado segue a mesma linha.

“No tópico ’embaraço à investigação mediante a nomeação de Luiz Inácio Lula da Silva para a chefia da Casa Civil da Presisência da República’, também acreditamos haver suficientes indícios de materialidade e autoria do crime previsto no artigo 2.º, parágrafo 1.º, da Lei 12.850/2013 atribuível à Dilma Rousseff e luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que ambos, de forma consciente, impuseram embaraços ao avançço das investigações da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Lula em razão da sua nomeação para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República.”

A PF diz que com relação aos ex-presidentes, ‘a nomeação de Lula caracteriza obstrução de Justiça’.

“O conjunto probatório (contra Dilma, Lula e Mercadante) foi suficiente’. O delegado sugere o declínio da competência dessa parte do inquérito para a Justiça Federal do Distrito Federal (primeira instância judicial). E recomenda, ainda, a continuação das investigações sobre os ministros do STJ Marcelo Navarro e Francisco Falcão, mas na alçada do Supremo Tribunal Federal.

Agenda do governador Geraldo Alckmin 20/02 - Paraibuna/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin inaugura nesta segunda-feira, 20, a iluminação do trecho de serra da Rodovia dos Tamoios (SP-099), que passa a ser totalmente iluminada, garantindo mais segurança e conforto aos motoristas nas viagens noturnas. O trecho iluminado, do km 64,25 ao km 80,4, atravessa os municípios de Paraibuna e Caraguatatuba, que recebe, diariamente, 18,3 mil veículos, em média.


Evento: Inauguração da iluminação da Rodovia dos Tamoios
Data: Segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Horário: 18h30
Local: Rodovias dos Tamoios - Pista de descida do trecho da Serra, sentido Caraguatatuba, km 77+400m (baia de segurança) - Paraibuna/SP

Prefeito Doria sanciona projeto que prevê multas a pichadores


Texto aprovado pelos vereadores em duas votações estabelece “Programa de Combate a Pichações no Município de São Paulo”

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O prefeito João Doria sancionou nesta segunda-feira (20) o Projeto de Lei 56/2005, aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo, que institui punição administrativa a quem pichar imóveis públicos ou privados na cidade. Os vereadores aprovaram o texto em duas votações realizadas durante este mês, a última em 14 de fevereiro.

A lei cria o “Programa de Combate a Pichações no Município de São Paulo”, que será coordenado pela Secretaria Municipal de Prefeituras Regionais. A partir de agora, é considerado pichação “riscar, desenhar, escrever, borrar ou por outro meio conspurcar edificações públicas ou particulares ou suas respectivas fachadas, equipamentos públicos, monumentos ou coisas tombadas e elementos do mobiliário urbano”.

A pichação passa a ser infração administrativa passível de multa no valor de R$ 5 mil – o que não exime os infratores das sanções penais cabíveis e da obrigação de indenizar os danos materiais e morais que podem ter sido provocados pelo ato. Se a pichação for feita em monumentos ou bens tombados, a multa será de R$ 10 mil, além do ressarcimento das despesas de restauração do bem pichado. Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro.

O infrator poderá, até o vencimento da multa, firmar um Termo de Compromisso de Reparação da Paisagem Urbana. Caso seja cumprido o que for estabelecido no termo, a Prefeitura poderá afastar a incidência da multa. A lei prevê como contrapartida, por exemplo, a reparação do bem pichado ou a prestação de serviço em outra atividade de zeladoria urbana. O infrator também deverá aderir a um programa educativo para incentivar o desenvolvimento da prática de grafite. O termo não afasta, no entanto, a reincidência no caso de nova infração.

Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo de Proteção ao Patrimônio Cultural e Ambiental Paulistano, já existente. A lei prevê ainda que pichadores, presos em flagrante ou que forem identificados depois, não poderão ser contratados pela administração municipal direta e indireta para atividades remuneradas.

A lei também prevê punições com multas de R$ 5 mil aos estabelecimentos que: comercializarem tintas do tipo aerossol a menores de 18 anos; não apresentarem a relação de notas fiscais lançadas com a identificação do comprador; não mantiverem cadastro atualizado dos adquirentes do produto com nome, endereço, números de Cédula de Identidade e de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), marca e cor da tinta adquirida.

Em caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro e o estabelecimento estará sujeito à suspensão parcial ou total das atividades.

A lei também prevê a possibilidade de termos de cooperação com a iniciativa privada, que pode fornecer mão de obra, tintas e outros materiais necessários à execução dos serviços do programa. Em contrapartida, a empresa poderá exibir placa indicativa de cooperação durante o período de um mês. A lei tem 30 dias para ser regulamentada.

Em SP, Temer diz que Geraldo Alckmin faz um trabalho excepcional e puxa salva de palmas para o governador


Temer diz a Alckmin que quer deixar país "nos trilhos" para sucessor
Evento fazia lançamento de programa de modernização da agricultura

MARIANA SANCHES - O GLOBO

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Em um evento para lançar, em São Paulo, o programa de modernização da agricultura Agro +, o presidente Michel Temer e o governador Geraldo Alckmin trocaram afagos públicos. Alckmin é virtual candidato à sucessão presidencial em 2018 e tem se movimentado para obter apoios. No início de seu discurso, Temer disse que Alckmin faz um trabalho "excepcional" , que tem "orgulho de ser de São Paulo" e puxou uma salva de palmas da plateia, composta por líderes de mais de 250 sindicatos patronais do setor, para ele. Em meio ao discurso que enaltecia suas ações nos últimos nove meses como presidente, Temer fez acenos à candidatura de Alckmin:

- A confiança vem sendo restabelecida e queremos entregar a quem venha, governador, um país nos trilhos - afirmou Temer.

Em seu discurso, Alckmin afirmou que "o governo federal tem ido muito bem" mas chamou a atenção para a preocupação dos produtores com o câmbio:

- Câmbio desvalorizado esquenta a produtividade - afirmou. Nos últimos meses, tem havido queda do valor do dólar frente ao real, atualmente em R$3 para US$ 1.

Ainda em seu discurso, Temer se desvinculou da gestão Dilma, da qual foi vice, dizendo ter iniciado seu governo há menos de um ano. Aproveitou para elencar medidas desvinculadas da questão agropecuária às quais o governo tem se dedicado. Citou a reforma do ensino médio e a reforma da previdência entre elas. E criticou as condições do país que herdou:

- Quando nós assumimos o governo, achavam que 2 ou 3 dias depois os 12 milhões de desempregados estariam empregados. É uma inverdade. Apanhamos o Brasil em uma fortíssima recessão. Primeiro, era preciso sair da recessão. A Petrobras estava, com o perdão da expressão, no fundo do poço - afirmou.

Segundo Temer, a recuperação econômica tem dado resultado e a expectativa é que nos próximos meses a inflação fique abaixo do centro da meta, em torno de 4%. O presidente afirmou que "Deus vem ajudando" o governo.

Por fim, defendeu com veemência a proposta de mudança nos regimes de aposentadoria:

- Ou você reforma a previdência hoje ou daqui a 10 anos, quando você bater à porta do governo, não haverá dinheiro para pagar, como já acontecesse com muitos estados - afirmou, reforçando que os já aposentados ou com processos em andamento não terão que se preocupar, porque tem "direito adquirido".