Na corrida por 2018, só Alckmin se fortaleceu







Coluna do Estadão

Ilustração: Kleber Sales

Numa eleição marcada pela grande incidência de votos nulos e brancos e de abstenções do eleitorado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, é um dos raros políticos que têm o que comemorar. Alckmin bancou com sucesso a candidatura de João Doria, prefeito eleito no primeiro turno em São Paulo e se fortaleceu na corrida sucessória de 2018. Foi bem melhor que eventuais rivais. O senador Aécio Neves ainda tenta salvar a eleição de seu aliado, João Leite, em Belo Horizonte. Já o chanceler José Serra passou ao largo da eleição.

Candidatos e aliados de Geraldo Alckmin podem vencer em 13 dos 20 maiores colégios eleitorais do Estado de São Paulo. Filiados do partido se elegeram em 10 cidades e aliados do PSB e PV administrarão outros 3 municípios do interior de São Paulo.

Aliados de Aécio Neves, entretanto, lembram que a política nacional do partido, conduzida pela senador mineiro, pode garantir aos tucanos o controle de nada menos do que dez prefeituras de capitais.

Fora do ninho tucano, o PT de Luiz Inácio Lula da Silva sofreu derrota pesada, reduzindo suas prefeituras nacionais a menos da metade. A Rede, de Marina Silva, não fez nem 4% dos votos na soma de seus candidatos às prefeituras de São Paulo e Rio. 

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