Nova fase da Operação Acrônimo mira sobrinho de governador de MG


Felipe Torres foi levado pela PF alvo de condução coercitiva

O GLOBO

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Lula, Dilma e Fernando Pimentel 


A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira a sétima fase da Operação Acrônimo. Um dos alvos da PF é Felipe Torres, sobrinho do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), que vem sendo investigado pela operação por lavagem de dinheiro e sobrepreço em contratos no período em que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, do governo de Dilma Rousseff.

Felipe Torres deve ser ouvido ainda nesta terça em São Paulo e será liberado na sequência. Torres foi chamado a explicar suposto recebimento de R$ 800 mil do tio para, em sociedade com ele, abrir uma franquia de uma hamburgueria no interior de São Paulo.

Torres foi apontado como suposto operador de Pimentel pelo empresário Benedito Rodrigues de Oliviera Neto, conhecido como Bené, preso em outra fase da Operação Acrônimo. Em acordo de delação premiada, Bené disse que o governador repassou o dinheiro ao sobrinho, que é fruto de propina do esquema de corrupção




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