Conexão PCdoB-PCC: ligação de facção com eleições é apurada


Dois candidatos são suspeitos, mas nada ainda foi comprovado


O GLOBO

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Em São Paulo, os primeiros indícios de que a facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios do estado tentava expandir seus tentáculos para a política surgiram nas eleições de 2010. Até hoje, nada se provou sobre a influência do crime organizado em campanhas eleitorais, mas, a cada disputa, aparecem candidatos apontados por terem ligação com o grupo criminoso.

Este ano, há ao menos um candidato a vereador na capital e um a prefeito, na cidade de Embu das Artes, que tiveram seus nomes associados à facção. Eles negam. Também nunca foram condenados.

Wanderley Lemes Teixeira, o Manolo, candidato a vereador pelo PCdoB, está sendo investigado pela Polícia Civil desde agosto por suspeita de envolvimento com a facção. Três integrantes do Movimento de Sem Teto de São Paulo (MTST) liderados por Manolo foram presos em agosto, acusados de usarem um prédio invadido como ponto de reuniões de integrantes da organização criminosa e depósito de armas e drogas. 

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