Governo de São Paulo vai enviar mil policiais para reforçar a segurança no Rio durante a Olimpíada


Rio 2016 terá reforço de mil policiais de São Paulo, anuncia ministro da Justiça


Vladimir Platonow - Agência Brasil


Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, dá início à operação integrada de segurança dos Jogos Rio 2016, no Parque Olímpico da BarraFernando Frazão/Agência Brasil

O contingente de soldados da Força Nacional de Segurança terá um reforço de mil homens de São Paulo. O anúncio foi nesta terça-feira (5) pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, após a cerimônia de apronto dos militares no Parque Olímpico da Barra. 

O total de homens da Força Nacional foi reduzido de 9,6 para 5 mil, segundo informou mais cedo, em Brasília, o secretário nacional de Segurança Pública, Celso Perioli. O contingente extra deverá ser acrescido aos 5 mil, conforme necessário. 

O ministro detalhou as atribuições principais da Força Nacional e disse que o contingente é suficiente para cumprir a missão.

“Garanto que temos todo o efetivo necessário para as funções que nos foram atribuídas: segurança interna dos eventos, segurança patrimonial e segurança perimetral. Podem ter absoluta segurança que as escalas e o efetivo da Força Nacional são absolutamente suficientes. Solicitei ao governador Geraldo Alckmin mais mil homens da Polícia Militar de São Paulo. Eles chegarão ao Rio dia 20 deste mês, para que haja absoluta tranquilidade em relação à Força Nacional”, acrescentou Moraes.


Ações terroristas

O ministro comentou ainda sobre a preparação contra possíveis ações terroristas durantes os jogos.

“Até o presente momento não é provável que haja um ato de terrorismo durante a Olimpíada, seja no Rio de Janeiro, seja no restante do Brasil. Não é provável, mas, assim como em todo lugar do mundo, é possível. Não há probabilidade hoje, mas sempre há possibilidade. Exatamente por isso estamos trabalhando como se houvesse probabilidade, com todos os mecanismos modernos de inteligência, de prevenção, de troca de informações, de rastreamento em relação à questão do terrorismo”, concluiu o ministro.

Edição: Armando Cardoso

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