Dia Mundial da Água: "OS PROFETAS DO APOCALIPSE"



No mundial da água vale lembrar de todos estes cidadãos que com a mais republicana intenção, sempre pensando no bem estar da população, deram a sua opinião especializada e isenta sobre o fim do precioso líquido na RMSP. São geólogos, jornalistas, ongueiros, ambientalistas, funcionários públicos de alto escalão e políticos, com uma coisa em comum: por razões políticas torceram por um cenário de caos que felizmente não se concretizou.


“Só restará lodo no Cantareira”
Vicente Andreu Guillo, isento presidente da Agência Nacional de Águas do governo Dilma Roussef.

“O povo de São Paulo marcha ao encontro deste momento em que as torneiras se negarão a cumprir este papel. Será apocalíptico em menos de um mês poderemos sofrer esta situação, eu acho que a viveremos e as pessoas não se dão conta disso”
Mino Carta, jornalista isento e escritor predileto do presidente Lula, enquanto fazia um brinde de vinho tinto em seu escritório, em 5 de fevereiro de 2015.

“É isso aí, minha gente. Com o nível do sistema Cantareira caindo 0,1% por dia, as previsões mais otimistas são de que no dia 17 de março (2015) a água em São Paulo acaba de vez.” 
Bárbara Rubim, dirigente do Greenpeace e da “Aliança pela Água” na página do Facebook criada por ela “Fim da água fim dos tempos”


“Entre o final de outubro e o início de novembro (de 2014) o volume das barragens zera”
 José Roberto Kachel, engenheiro civil e sanitarista especialista em recursos hídricos


“A água do Sistema Cantareira, que abastece a região de Campinas e parte da Grande São Paulo, vai acabar até o início de novembro de 2014”
Luiz Carlos Zuffo - chefe do Departamento de Recursos Hídricos da Universidade Estadual de Campinas

“A água certamente vai acabar em outubro (de 2014)”
Carlos Neder, deputado petista, médico especialista em hidrologia.

“É preciso preparar-se para o colapso no sistema público de abastecimento”
Professor Reginaldo Bertolo, do Instituto de Geociências da USP, em palestra realizada em novembro de 2014

“Águas do Cantareira e do Alto Tietê acabam no meio do ano (de 2015)”
Pedro Luiz Côrtes, geólogo e pesquisador da USP

“O futuro, nesse cenário, é o da total e absoluta falta de água para todas as atividades humanas – das mais triviais e satisfacionais (sic), até aquelas relacionadas à produção agrícola, comercial e industrial. O impacto disso sobre a vida em sociedade é incalculável"
Sérgio Reis, “Mestre em Gestão Pública”

“Que a água vai acabar e que o estrago à cidadania, ao meio ambiente, à produção industrial, aos serviços, já está feito, parece claro!” 
Sérgio Reis, Mestre em Gestão Pública

“Há chances reais de esgotarmos o Cantareira até o final de outubro próximo (de 2015)”
Décio Semensatto Júnior, professor de Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

“Falta d’água não vai acabar tão cedo, a possibilidade de implantação de um racionamento de cinco dias sem água é bem concreta”
Marussia Whately, Representante do Instituto Sócio Ambiental e da “Aliança pela Água “– 26 de janeiro de 2015 e 31/10/2014

“Restam menos de 40 dias; diria 38 dias” de abastecimento de água para São Paulo e região.” 
Samuel Barreto, ONG internacional The Nature Conservancy (TNC), entidade que encabeça a “Aliança pela Água”.

"A possibilidade de ficar sem água vai acontecer. A indústria vai brigar para ter água, o restaurante também, a dona de casa vai precisar para tomar banho e dar de comer. Não vai ser um conflito fácil de se mediar, não sabemos como vai ficar." 
Maria Cecilia Wey de Brito, secretária-geral da WWF-Brasil e ex-secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente

“A água deve acabar aqui em São Paulo no final de outubro, logo depois das eleições, São Paulo é para os fortes mano”.
Leonardo Sakamoto, jornalista isento especialista em recursos hídricos

“Considerando o padrão de consumo atual, vai dar pra 50 dias, ou seja, março (2015). E daí? Aí, acabou. Não é que vai faltar um pouco de água. É que não tem água; não tem para onde correr.” 
Mídia Ninja, jornalismo verdade, 26 de janeiro de 2015

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