'Ainda há muito a fazer', diz Alckmin após Cantareira sair do volume morto



O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), comemorou nesta quarta-feira (30) a notícia de que o sistema Cantareira, que abastece parte da Grande São Paulo, deixou de operar com a água do fundo das represas, o chamado volume morto.

O maior conjunto de represas de São Paulo operava nessa situação desde julho de 2014 e nesta quarta atingiu 22,6% de sua capacidade de armazenamento.

"Muito ainda há para ser feito, mas isso mostra que estamos no caminho certo. A seca do ano passado foi a pior dos últimos cem anos e não tivemos colapso nem caos", afirmou Alckmin.

O governador, que visitou Sorocaba para entregar casas populares, agradeceu a população da região metropolitana da capital pelo racionamento e ressaltou que a situação do abastecimento de água no Estado ficará melhor em 2017, quando o governo prevê a conclusão de obras no sistema de abastecimento.

Ele relembrou a seca que se abateu em São Paulo em 2014, classificada por ele como "algo anormal".

"Nós tínhamos tido, em 1953, a pior seca do Estado. E, no ano passado, choveu metade do que se verificou em 1953. Mas fica a cultura de que a água é um bem finito e que não pode haver desperdício. Pequenos atos fazem a diferença", disse.

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