Incompetência de Haddad: muro do Cemitério da Consolação que caiu há meses ainda não foi reconstruído



Seis meses após da queda, muro do cemitério não foi reconstruído

O muro do Cemitério da Consolação caiu na noite do dia 22 de dezembro de 2014, após fortes chuvas

O prefeito Fernando Haddad ao invés de usar seu tempo para ironizar cidadãos no Twitter, devia se dedicar a cuidar dos problemas da cidade. São Paulo está abandonada.

Exemplo desse abandono é o Cemitério da Consolação. No dia 22 de dezembro do ano passado, por causa das fortes chuvas naquele dia, cerca de 15 metros do muro do importante cemitério paulistano, na Rua Mato Grosso, caiu.

Tapumes de madeira colocados pela Prefeitura de São Paulo como solução para a queda do muro

Tapumes isolam o Cemitério da Consolação da Rua Mato Grosso 

Passados seis meses o muro ainda não foi reconstruído. Pois é, a administração do prefeito parece estar mais preocupado em pintar faixas nas ruas e brincar de humorista nas redes sociais resolver os problemas da cidade. 

Se a atual gestão não tem competência para reconstruir 15 metros de muro em seis meses, muito menos conseguirá avançar na solução dos problemas de uma cidade cosmopolita como São Paulo.

A gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) é o melhor exemplo de incompetências, descaso, despreparo e falta de prioridade na administração pública.

Haddad, que gosta de chamar cidadãos de coxinha, tem se demonstrado um verdadeiro cabeça de pastel de vento.


Sobre o Cemitério da Consolação

O Cemitério da Consolação é a mais antiga necrópole em funcionamento na cidade de São Paulo e uma das principais referências brasileiras no campo da arte tumular. Localiza-se no distrito da Consolação, na região central da capital paulista. Primeiro cemitério público da cidade, foi inaugurado em 15 de agosto de 1858 

Com a prosperidade advinda da aristocracia da cafeicultura e o surgimento de uma expressiva burguesia em São Paulo, o Cemitério da Consolação passou a abrigar obras de arte produzidas por escultores de renome, para ornamentar os jazigos de personalidades importantes na história do Brasil. Mantém visitas guiadas, por meio do projeto “Arte Tumular”.


WELBI MAIA BRITO
Editor


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