Agenda do governador Geraldo Alckmin 16/12 - Americana e Osasco/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


Evento: Entrega do Terminal de Ônibus de Americana
Data: Sábado, 16 de dezembro de 2017
Horário: 9h30
Local: Av. Dr. Antônio Lobo, altura do nº 196 (em frente a antiga estação ferroviária no Centro) - Americana/SP

Evento:  Entrega de Creche Escola 
Data: Sábado, 16 de dezembro de 2017
Horário: 18h
Local: CEMEI “PEDRO ALVES DE OLIVERA” - Rua José Thimóteo da Silva, 389 – Jardim São Pedro - Osasco (Ref.: Em frente ao condomínio Canadá, próximo ao Rodoanel)



Agenda do prefeito João Doria - 16/12 Guaianases e Centro - São Paulo/SP

AGENDA DO PREFEITO JOÃO DORIA


Evento: Operação CIDADE LINDA
Horário: 10h
Local: Praça de Eventos de Guaianases - Estrada Itaquera Guaianases, 2842 - Guaianases - Zona Leste 

Evento: Entrega da Requalificação e Restauro da Praça Ramos de Azevedo
Horário: 17h
Local:Teatro Municipal de São Paulo - Praça Ramos de Azevedo - Centro - São Paulo


Entrevista de Fernando Henrique Cardoso ao jornal O Globo

‘Se entrar em vale-tudo, PSDB perde a eleição’ , diz Fernando Henrique

Ao GLOBO, ex-presidente diz que não é fundamental aliança nacional com o PMDB

 FLAVIO FREIRE E SILVIA AMORIM - O GLOBO

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em entrevista para O GLOBO 
Agência O Globo

Após tentar conter a divisão do comando tucano, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que não é fundamental aliança nacional do PSDB com o PMDB, admite que o efeito Aécio prejudica o partido e não afirma se haverá julgamento moral de Temer. Confira a entrevista:

Depois de tanto desgaste por divisões internas, denúncias e omissões, o PSDB tem pouco a comemorar em 2017, não?
Ao menos, o final (convenção nacional) foi de acordo. Não foi um ano difícil somente para o PSDB. Foi para o país também. Não dá para tapar o sol com a peneira. O PSDB não pode dizer que não bebeu daquela água porque houve acusações de desvios de conduta. Mas, diferentemente de outros, são casos isolados. O povo mistura as duas coisas e isso afetou nossa imagem.

Mas o desgaste do partido não é resultado mais da falta de coragem de tomar providência no caso do senador Aécio Neves, flagrado pedindo R$ 2 milhões a um empresário, do que de uma confusão do povo?
le não é mais presidente do partido. Já o Lula continua líder do PT (apesar de já ter sido condenado em primeira instância).

Esse é o discurso que será usado para reagir ao efeito Aécio, que era presidente até a semana passada?
A conduta equivocada de uma pessoa é diferente de ter um tesoureiro na cadeia ou de um partido organizado para cometer crimes. Isso não temos. Além do que as eleições se movem no Brasil muito mais por pessoas que simbolizam do que pela força dos partidos.

Isso significa que o PSDB não tem interesse em fazer o debate ético e moral em 2018? Na convenção, houve silêncio sobre o tema.
Falei o que eu podia no meu discurso e disse que é preciso haver autocrítica. Eu desejo que o PSDB faça esse debate.

O novo presidente do PSDB e pré-candidato ao Planalto, Geraldo Alckmin, não fez nenhuma referência à corrupção ou mea-culpa.
Ele vai ter que falar. Quem for candidato pelo PSDB tem que simbolizar essa bandeira. O PSDB errou mas não foi um erro sistemático. Se o PSDB vai propor, como eu acho que deve, uma sociedade decente, a pessoa que propõe tem que ser decente. A vantagem que o Geraldo tem é que ele simboliza o simples. Isso é importante.

O julgamento do ex-presidente Lula foi marcado para janeiro. Mesmo se condenado, há incertezas sobre se ele participaria ou não da eleição. Uma decisão da Justiça será suficiente para esclarecer esse quadro?
O TRF tem a responsabilidade de esclarecer ao país se o Lula tem culpa ou não. Não sei, não é minha função julgar o Lula do ponto de vista criminal. Se cometeu ou não crime é a Justiça quem tem que dizer. Ela não pode deixar que o país fique em suspenso sem saber o que vai acontecer. Tem que ser célere. Não acho justo que uma decisão definitiva não seja tomada a tempo da eleição. O Brasil merece que essa questão seja esclarecida até lá.

O senhor disse que preferia ver o Lula derrotado nas urnas do que preso. Torce por uma absolvição dele?
Fui mal interpretado quando disse isso na convenção. Acharam que eu era contra a prisão do Lula. Quis dizer que é chato ver um ex-presidente na cadeia. Não é meu problema se o Lula cometeu ou não crime e se ele tem ou não que ir para a cadeia. É da Justiça.

Para o PSDB é melhor uma campanha presidencial com Lula ou sem Lula?
O PSDB não deve basear sua argumentação nisso. É melhor ter uma mensagem ao país capaz de enfrentar quem seja.

Seu partido busca uma polarização com o PT e Lula, tentando destituir o deputado Jair Bolsonaro dessa posição. Até onde ir para ocupar esse espaço?
O Bolsonaro é ainda uma promessa de ser polo na eleição. Eu sei lá o que vai acontecer com ele se o Lula não for candidato. Já o PSDB, se quiser ser alguma coisa inovadora, não pode representar adesão a valores ultrapassados defendidos pelo Bolsonaro, como bandido bom é bandido morto ou ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Que tratamento dará o PSDB ao governo Michel Temer na eleição?
Temos que dizer que ele entrou lá numa circunstância específica e que atuou naquilo que podia. Mas falta a ele confiança para avançar mais.

Fará um julgamento moral desse governo como faz com o do PT?
Dependerá da conjuntura.

A conjuntura, no caso, é se ele estará ou não apoiando o presidenciável tucano?
Sabe o que acho? O PMDB vai se fragmentar. O eixo do PMDB é fazer bancada na Câmara. Para isso o que prevalece são as alianças estaduais. Aliança nacional podemos fazer com eles. Aliás, eles já fizeram conosco. Adiantou? Não.

É decisiva para o PSDB uma coligação com o PMDB para a eleição presidencial pensando no tempo que a sigla tem no horário eleitoral de rádio e TV?
Não acho que seja importante porque nos estados haverá alianças com o PMDB. O PSDB tem tempo suficiente e condição de fazer alianças para ter uma candidatura. Não precisa ficar refém do PMDB. Se entrar em vale tudo, vai perder a eleição por causa da questão moral que existe hoje.

A reforma da Previdência está empacada. O PSDB fechou questão ontem a favor da reforma, mas sem punição a quem votar contra. É um jogo de cena, não?
Tenho que dizer que há uma manobra para jogar sobre o PSDB a responsabilidade de ganhar ou perder (a votação). O PSDB tem 46 dos 513 deputados. Essa manobra não se sustenta. Sobre a decisão de hoje (ontem), não existe punição possível para esses casos no estatuto de nenhum partido. Se punir, o sujeito vai à Justiça e ganha. Isso é briga fictícia, fazer de conta que fechou questão e está resolvido. Eu sou favorável à reforma para retirar privilégios. Mas não é fácil aprovar.

O senhor diz que o PSDB precisa se encontrar para ter alguma viabilidade nas urnas. Que caminho vê para o partido?
São três mensagens que precisam ser o foco: restabelecer o crescimento econômico e gerar renda, devolver a ordem e a segurança pública e reduzir a desigualdade social.

Acredita na possibilidade de escolha do presidenciável do PSDB sem prévia?
Tudo indica que sim (haverá prévia) porque o Arthur (Virgílio, prefeito de Manaus) quer disputar. Tem que respeitar. Previa não é bicho de sete cabeça. Façam a prévia.

João Doria vem tentando se recompor com lideranças do PSDB para ser candidato a governador. A confiança nele foi abalada com as tentativas para viabilizar-se candidato a presidente?
Ele errou, mas percebeu e corrigiu a postura. Ele próprio notou (que errou). Houve não só dele, mas do seu entorno, a impressão ‘agora vai’. Mas a política é mais complicada. Acho que ele não perdeu a respeitabilidade da população. Popularidade se ganha e se perde.


Agenda do governador Geraldo Alckmin 15/12 - São Paulo/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


O governador Geraldo Alckmin recebe no Palácio dos Bandeirantes, nesta sexta-feira, 15, o prefeito João Doria, secretários estaduais e municipais de diversas pastas, para a reunião de secretariado do Governo do Estado de São Paulo e Prefeitura da Capital. O encontro acontece às 7h30.

À tarde, o governador sanciona o projeto de Lei 874/16, que institui inovações na defesa do consumidor, obrigando à transparência para sistemas de pontuação, bonificação e fidelização; garantindo a orientações financeiras e relacionadas ao superendividamento; e, dispondo sobre o cadastro de consumidores inadimplentes.

Às 20h30, Alckmin reinaugura o Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina. Projetado por Oscar Niemeyer, o auditório foi completamente restaurado após incêndio que o destruiu em 2013. No programa de estreia, a Jazz Sinfônica faz show em homenagem a Elza Soares.


Evento: Reunião do secretariado – Governo do Estado e Prefeitura de São Paulo
Data: Sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Horário: 7h30
Local: Palácio dos Bandeirantes - Avenida Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP

Evento: Promulgação do projeto de Lei 874/16, que institui normas protetivas ao consumidor
Data: Sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Horário: 14h
Local: Palácio dos Bandeirantes - Avenida Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP

Evento: Reinauguração do Auditório Simón Bolívar - Memorial da América Latina
Data: Sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Horário: 20h30
Local: Memorial da América Latina - Avenida Auro Soares de Moura, 664 - Barra Funda - São Paulo/SP

Lula se matou como símbolo, diz FHC em debate sobre crise no Brasil


JOELMIR TAVARES - FOLHA.COM

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em evento na fundação que leva seu nome
Marlene Bergamo/Folhapress 

Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tem dito que não gostaria de ver Lula (PT) preso e que seria "chato" um ex-presidente ir parar na cadeia, mas deu a entender nesta quinta-feira (14) que o petista já teve seu maior castigo: está morto politicamente, na visão do tucano.

"O Lula, ele mesmo se matou, como símbolo. De tudo que ele representava, de novo, de puridade, não sei o quê. Como é que vai representar hoje, com tantas evidências na outra direção?", afirmou.

Condenado em primeira instância pelo juiz Sergio Moro no caso do tríplex em Guarujá (SP), Lula teve o julgamento de seu recurso no Tribunal Regional Federal da 4ª Região marcado para o dia 24 de janeiro.

Para o tucano, "o que está aparecendo" sobre o adversário contraria "a esperança de uma nova ética, de um novo tipo de comportamento" que o petista dizia significar. "[Lula] se matou no sentido político", disse FHC em debate na fundação que leva seu nome, na região central de São Paulo.

Debate, não, corrigiu o ex-presidente antes de iniciar sua fala. "Porque isso pressupõe que um esteja contra o outro ou tenha alguma divergência. E eu não tenho", disse, dirigindo-se ao colega de mesa, o senador Cristovam Buarque (DF), pré-candidato do PPS à Presidência da República em 2018.

Os dois conversaram sobre a crise brasileira e o futuro do país durante o lançamento de "Brasil, Brasileiros — Por Que Somos Assim?", livro organizado pelo senador com os pesquisadores Francisco Almeida e Zander Navarro.

Na saída do evento, FHC disse que o Brasil vive um momento em "em que é preciso que haja liderança". "Se o PSDB for capaz de exercer a liderança, muito bem. Se não for, alguém outro vai exercer", afirmou ele, que no sábado (9) discursou em defesa da pré-candidatura ao Planalto do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

O ex-presidente minimizou os levantamentos de intenção de voto, falando que eles "não significam muita coisa" e que a eleição ainda está distante. Com 6% na pesquisa Datafolha divulgada no início do mês, Alckmin aparece muito distante de Lula, que lidera com 34%.

IRA X URNA

Durante a conferência, em autocrítica à classe política, o ex-presidente disse que a crise de confiança nas lideranças é grande "porque se quebrou o encanto".

"Tem que reencantar. E não no mau sentido, de mistificar, mas no sentido de as pessoas poderem verificar que efetivamente você acredita e você cumpre aquilo que você está propondo."

Para Cristovam, a superação do problema de representatividade depende da coesão entre os cidadãos e da mudança de comportamento dos políticos. "A grande raiva, a ira, não é o estelionato apenas que houve em 2014 [na reeleição de Dilma Rousseff]. A grande raiva é a distância entre os privilégios, mordomias, vantagens, desprezo da elite dirigente, e o povo", afirmou.

Segundo o senador, a divisão da sociedade brasileira é movida hoje pela "ira". E o sentimento, diz, "não combina" com eleição. "A urna que sai da ira em geral leva a desastres. Mas hoje nós estamos caminhando para isso."

'POBRE MATANDO POBRE'

Ao apontar a segurança pública como um dos principais problemas hoje no país, Fernando Henrique disse que a criminalidade preocupa mais a população "nas zonas pobres. É pobre matando pobre, em grande quantidade".

"Segurança hoje não é segurança para nós, é segurança para o povo", afirmou à plateia de convidados no auditório da fundação. "Quem tem medo de morrer não somos nós. Quem tem medo, no dia a dia, de morrer é onde há crime."

Para o tucano, se o discurso do combate à violência "for apropriado pelos autoritários, eles ganham". "Não pode deixar, porque não resolve matando. É pior", disse, sem citar nomes. Também nesta quinta-feira (14), o pré-candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSC-RJ) prometeu dar "carta branca" para a PM matar, caso seja eleito. "Policial que não atira em quem atira nele não é policial", afirmou o deputado federal.

A saúde pública, na opinião do ex-presidente, é equivocadamente apontada como "o que vai pior" no Brasil. "Isso não é verdade. Quem não usa acha que é ruim, quem usa não reclama tanto. Eu digo sempre: eu uso SUS, eu vou ao hospital do SUS", afirmou. "Bem ou mal, hoje existe o SUS."

Ao falar de educação, bandeira de atuação do senador Cristovam, FHC mencionou a diminuição do analfabetismo e a inclusão escolar como avanços ocorridos nos últimos anos.

"Quando eu estava no governo, entre os negros 25% estavam fora da escola. Hoje se aproxima dos 98% os que estão na escola. [Dizem:] 'Ah, mas a escola é uma porcaria'. É verdade. A qualidade deixa a desejar."

Cristovam Buarque e Fernando Henrique Cardoso no lançamento do livro organizado pelo senador
Marlene Bergamo/Folhapress 

Agenda do governador Geraldo Alckmin 14/12 - Mogi das Cruzes e São Paulo/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


Evento: Início das obras da SP-088 Rod. Pedro Eroles (Recuperação, Duplicação e melhorias do trecho de Mogi das Cruzes a Arujá.
Data: Quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Horário: 10h
Local: SP-088 - Rodovia Pedro Eroles, km 38+800 (sentido Arujá / Mogi das Cruzes)- Mogi das Cruzes

Evento: Assinatura de Convênios da Sec. de Esportes, Lazer e Juventude
+ Assinatura de Convênios do FUMEFI 
+ Assinatura de Convênios da Casa Civil 
Data: Quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Horário: 14h
Local: Av. Morumbi, nº 4500 – Auditório Ulysses Guimarães - Morumbi - São Paulo -SP

Agenda da primeira-dama Lu Alckmin - 14/12 - São Paulo/SP

Agenda Dona Lu Alckmin


A presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (FUSSESP), Lu Alckmin, participa nesta quinta-feira, 14, da 7ª edição do Bazar da Escola de Moda, no Palácio dos Bandeirantes, na zona oeste da capital.

Serão disponibilizadas para venda peças de vestuário feminino, decoração para casa e acessórios, confeccionadas pelos alunos da Escola de Moda, dos cursos de Corte e Costura, Modelagem, Bordado em Linha, Bordado em Pedraria, Crochê e Confecção de Caixas.

Toda renda obtida com o bazar será destinada para a continuidade do projeto Escola de Moda.


Evento: 7º Bazar da Escola de Moda do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo
Data: Quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Horário: 10h às 17h
Local: Palácio dos Bandeirantes - Av. Morumbi, 4.500 (entrada pela portaria 2) - Morumbi - São Paulo/SP

Alckmin lidera pesquisa para presidente entre eleitores paulistas


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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aparece à frente na disputa eleitoral para a Presidência da República com 23,7% das intenções de voto, seguido de Jair Bolsonaro (19,9%), Lula (19,4%), Marina Silva (9,6%), Ciro Gomes (4,6%), Álvaro Dias (3%), Henrique Meirelles (1%), João Amôedo (0,4%) e Manuela D’Ávila (0,4%).

Os dados são da pesquisa do Instituto Paraná divulgada nesta segunda-feira (11).


Aprovação de Michel Temer

Ao serem questionados sobre a administração de Michel Temer, apenas 7,2% dos entrevistados classificou como “ótima/boa”, 20,3% classificaram como “regular”, e 71,5% classificaram como “ruim/péssima”.

Sobre a aprovação ou desaprovação ao Governo do peemedebista, 14,4% aprovam, 82% desaprovam e 3,5% não sabem ou não opinaram.


Dados da pesquisa

O universo desta pesquisa abrange os eleitores do Estado de São Paulo. Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 2.016 eleitores, sendo esta estratificada segundo sexo, faixa etária, grau de escolaridade, nível econômico e posição geográfica.

O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais com eleitores com 16 anos ou mais em 76 municípios durante os dias 05 a 09 de dezembro de 2017, sendo checadas simultaneamente à sua realização em 20,0% das entrevistas.

Para a seleção da amostra utilizou-se o método de amostragem estratificada proporcional. Conforme o mapeamento do Estado em 15 mesorregiões homogêneas segundo o IBGE, considerou-se esta divisão geográfica como primeira estratificação. Dentro de cada mesorregião, agruparam-se os municípios em grupos homogêneos, procedendo-se à estratificação proporcional final da amostra. A Paraná Pesquisas encontra-se registrada no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/17.

Tal amostra representativa do Estado de São Paulo atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,0% para os resultados gerais, nas análises das questões por localidade o grau de confiança atinge 95,0% para uma margem estimada de erro no estrato “Demais Mesorregiões do Estado” de aproximadamente 3,0% e na Mesorregião Metropolitana de São de aproximadamente 3,0%.

Governador Geraldo Alckmin toma café da manhã com diplomatas de 45 países


Radar - Veja.com

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, intensifica a internacionalização do seu nome.

Nesta terça, 12, ele recebe 80 diplomatas de 45 países para um café da manhã no Palácio dos Bandeirantes.

Vai apresentar o novo modelo de concessão de rodovias, adaptado recentemente para o atendimento do padrão estrangeiro, assim como a chancela técnica do International Finance Corporation.

O selo dá maior segurança para aplicação de recursos nos programas estaduais.

Agenda do governador Geraldo Alckmin 12/12 - São Paulo/SP

AGENDA DO GOVERNADOR


Evento: Assinatura do Decreto de Regulamentação do Sistema Estadual de Emergências no Estado de São Paulo - “ Bombeiro Voluntário “ 
Data: Terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Horário: 12h30
Local: Av. Morumbi, nº 4500 – 2º andar -  Morumbi - São Paulo -SP