Agenda do governador João Doria 23/04 - Brasília/DF


A pauta contempla o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), o avanço da discussão sobre o Programa Emergencial para Recuperação Fiscal dos Estados e do Distrito Federal e, sobretudo, a reforma de Previdência.


Data: Terça-feira, 23 de abril de 2019
Horário: 11h30
Local: Edifício Banco do Brasil, Torre I, 15° andar, SAUN - Quadra 5, Lote B - Brasília/DF

'Calma no trânsito', editorial da Folha


Proposta de restrição a motocicletas na marginal Pinheiros está na direção certa

Faixa da CET em ponte orienta motociclistas a utilizar a pista local da marginal Pinheiros 
Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress

Folha de S.Paulo

Medidas para disciplinar o tráfego de veículos numa metrópole como São Paulo sempre suscitarão controvérsia. Não seria diferente agora com as propostas do prefeito Bruno Covas (PSDB), que no entanto avançam na direção correta.

As vias nevrálgicas da cidade, ninguém duvida, são as avenidas marginais dos rios Tietê e Pinheiros. Ali ocorrem muitas das mortes de motociclistas, que se repetem à taxa sombria de um óbito por dia.

Faz sentido, assim, que no centro das iniciativas anunciadas pela prefeitura apareça uma restrição adicional a esses veículos de duas rodas nas pistas expressas das marginais, onde a velocidade máxima pode chegar a 90 km/h.

A limitação vigorava antes só na via que margeia o Tietê, e passará a valer também, até maio, ao longo do Pinheiros, mas só no sentido de Interlagos para a rodovia Castello Branco. Após adaptações necessárias na segregação das pistas, o acesso restrito passará a viger igualmente no sentido inverso, Castello-Interlagos.

A providência integra o Plano de Segurança Viária 2019-2028, que se achava em preparação havia mais de um ano. Veio a público assim que se tornaram conhecidos os dados do sistema Infosiga, do governo estadual, dando conta de que a administração paulistana não logrou conter a quantidade de mortes no trânsito de 2017 para 2018.

As fatalidades em acidentes de tráfego na capital estacionaram na marca espantosa de 884 no ano passado. Isso corresponde a uma proporção de 7,26 por 100 mil habitantes, ainda distante da meta de 6/100 mil fixada para o ano que vem. Para comparação: Nova York tem taxa de 2,3/100 mil.

Também nessa seara, Covas vai se diferenciando do antecessor, João Doria (PSDB), hoje governador do estado —que em sua gestão tomou a decisão temerária e eleitoreira de devolver o limite de velocidade nas marginais para 90 km/h, quando todos já estavam habituados a 70 km/h nas faixas expressas.

O alcaide pretende ainda ampliar a quantidade de áreas da cidade com velocidade reduzida a 30 km/h. Nelas também se preveem intervenções como o estreitamento da pista, para acalmar o tráfego e minorar o risco para transeuntes.

Essa é a tendência mundial para a queda da mortandade nas ruas. Por mais que desagrade a parte dos motoristas, não há motivo para São Paulo seguir na contramão.

Prefeito Bruno Covas anuncia para 2020 plano de ação climática para cidade de São Paulo


Covas falou durante abertura do seminário Oportunidades no Mercado de Combustíveis do Brasil

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas, durante a abertura do seminário Oportunidades no Mercado de Combustíveis do Brasil 
Foto:Reinaldo Canato/Folhapress

Leonardo Neiva - Folha.com


O prefeito Bruno Covas (PSDB), anunciou na terça-feira (16) o início dos trabalhos para a criação de um plano de ação climática para a cidade de São Paulo, fruto de um compromisso firmado pelo município no início do ano, de desenvolver até o final de 2020 um planejamento para contribuir com as metas do Acordo de Paris.

“Vamos começar a desenvolver as bases desse plano hoje em uma reunião na prefeitura. Ele deve ficar pronto em julho do ano que vem”, declarou o prefeito durante o seminário Oportunidades no Mercado de Combustíveis do Brasil, realizado pela Folha com patrocínio da Plural (que representa as distribuidoras de combustíveis).

O prefeito afirmou que a frota de ônibus da cidade, hoje com 14.256 veículos, já opera com diesel menos poluente do que o comercializado em postos de gasolina e que deverá passar a funcionar totalmente em conformidade com a lei de mudanças climáticas ainda em 2019.

Covas também citou a licitação do sistema de ônibus na cidade de São Paulo, hoje em fase de renovação. Segundo ele, o edital estipula metas para reduzir a emissão de gases como óxido de nitrogênio e material particulado (partículas produzidas geralmente pela queima de combustíveis fósseis), de acordo com a legislação vigente, devendo chegar a uma diminuição de 95% em 20 anos.

A tentativa de concluir o bilionário processo de licitação do sistema de ônibus na cidade se arrasta desde 2013. Em fevereiro, a gestão Covas finalmente conseguiu abrir os envelopes da licitação, mas o processo não deve gerar renovação, uma vez que as empresas são controladas pelos mesmos grupos que já prestam serviços na capital paulista.

Durante a palestra, na abertura do evento, Covas destacou ações de gestões anteriores para a renovação de combustíveis e práticas de sustentabilidade no transporte coletivo de São Paulo, afirmando que “política pública não é corrida de 100 metros rasos, mas de revezamento”.

Entre avanços, o prefeito citou a sanção em 2018 pelo então prefeito João Doria de lei municipal que determina a obrigatoriedade de redução progressiva das emissões de dióxido de carbono (CO2) de origem fóssil em ônibus municipais. Em 10 anos, deve haver uma diminuição de 50% na emissão de CO2 pelos veículos; em 20, a emissão do poluente deve zerar.

Agenda do governador João Doria 16/04 - São Paulo/SP


O Governador João Doria recebe nesta terça-feira (16), às 11h, o Cardeal e Arcebispo Metropolitano de São Paulo, Dom Odilo Scherer, que irá apresentar a Campanha da Fraternidade 2019. Após o encontro, às 12h, será realizada uma coletiva de imprensa. Às 11h30, a reunião será aberta para imagens.


Data: Terça-feira, 16 de abril de 2019
Horário: 11h30 (imagens) / 12h (coletiva)
Local: Palácio dos Bandeirantes - Av. Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP

Nota da defesa do ex-governador Geraldo Alckmin


Nestes 10 anos que edito diariamente o BLOG DO WELBI nunca postei uma notícia ou informação que não fossem balizadas na verdade, na ética, e no bom jornalismo. 

Portanto, é pela total e irrestrita confiança que tenho na honestidade e honradez de GERALDO ALCKMIN que publico a nota abaixo. 

WELBI MAIA BRITO
EDITOR E JORNALISTA RESPONSÁVEL
BLOG DO WELBI 



Nota da defesa do ex-governador Geraldo Alckmin

A decisão judicial, proferida liminarmente, da qual a defesa irá recorrer, é fundada em grave erro, porque não há, nem poderia haver, qualquer associação da suposta doação eleitoral - que se desconhece - com atos de governo. 

O patrimônio pessoal do ex-governador Geraldo Alckmin é notória e comprovadamente modesto e a seriedade e correção de seus atos à frente do Governo do Estado de São Paulo tornam infundada e injustificável qualquer presunção de prática de improbidade administrativa inferida contra a sua pessoa. 

A própria delação de executivos da empresa acusada, na qual se baseiam a ação judicial e também a decisão liminar ora publicada, ressalva não haver qualquer vinculação entre as doações eleitorais alegadamente efetuadas e atos ou contratos administrativos cumpridos nas gestões do ex-governador.

Portanto, é indevida e injusta a extensão dessa decisão ao ex-governador, pela improcedência da imputação que lhe foi feita e pela total ausência de provas que pudessem comprometer a sua conhecida e meritória postura na vida pública.


*José Eduardo Alckmin
Advogado*

Agenda do governador João Doria 15/04 - São Paulo/SP


O Governador João Doria anuncia nesta segunda-feira (15), às 11h, no Palácio dos Bandeirantes, a composição do Conselho Estadual de Cultura, que será vinculado diretamente ao Governador do Estado.


Data: Segunda-feira, 15 de abril de 2019
Horário: 11h
Local: Palácio dos Bandeirantes - Av. Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP

PSDB municipal abre movimento pró-reeleição de Bruno Covas


Convenção será neste domingo; grupo do prefeito não se alinha à ideia de Doria de refundar sigla e defende social democracia

Pedro Venceslau - O Estado de S.Paulo

Resultado de imagem para bruno covas fernando alfredo
Cidinha Almeida, Bruno Covas e Fernando Alfredo

O PSDB deve fazer neste domingo, 14, o primeiro gesto explícito de apoio à reeleição do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Pouco mais de um ano depois de assumir o cargo, após o hoje governador João Doria renunciar ao cargo para disputar o Palácio dos Bandeirantes, o tucano será aclamado pré-candidato na convenção municipal da sigla no momento em que tenta encontrar uma marca para sua gestão.

Neto do ex-governador Mário Covas, Bruno adotou um discurso diferente do feito por Doria, afastou-se do aliado e tenta se firmar como um polo de poder no partido. Enquanto o grupo político do governador prega uma guinada conservadora e liberal no PSDB, o de Covas fala em voltar às origens da social-democracia e dialogar com a esquerda.

O escolhido para comandar o diretório do PSDB na capital, e também a campanha de Covas em 2020, foi o sociólogo e pesquisador Fernando Alfredo. Chefe de gabinete da subprefeitura de Pinheiros, ele é um aliado histórico do prefeito. “O PSDB não é e nem será um partido de direita. Historicamente ele é mais próximo da esquerda do que da direita”, disse Alfredo ao Estado.

O novo dirigente se diz “radicalmente contra” a ideia, defendida pelo grupo de Doria, de mudar o nome do PSDB e refundar o partido. “Somos o partido da social-democracia. Não temos que refundar ou mudar de nome, mas que resgatar a bandeira da social-democracia”. Ainda segundo Alfredo, o prefeito Bruno Covas é uma liderança nacional “do mesmo tamanho” que o governador João Doria.

Na articulação para a composição da chapa da executiva do PSDB paulistano, Doria tentou emplacar um nome de sua confiança que atua na Prefeitura: o vereador e secretário da Casa Civil, João Jorge.

O governador, porém, foi demovido da ideia ao ser alertado que isso poderia abrir uma crise interna, já que Alfredo não aceitaria desistir do cargo. Doria indicou, porém, o seu chefe de gabinete, Wilson Pedroso, para o cargo de secretário geral. 

Pelo acordo entre prefeito e governador, Doria vai indicar a maioria dos cargos do diretório estadual do PSDB, em maio. O novo presidente da sigla no Estado será o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi. O governador também articula indicar aliados para os cargos chave do diretório nacional do partido. Doria escolheu o ex-deputado pernambucano Bruno Araújo para presidir o PSDB nacional.

Agenda do governador João Doria 14/04 - São Paulo/SP



O Governador João Doria recebe neste domingo (14), às 12h30, o ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger para discutir ações de sustentabilidade e economia verde.

Schwarzenegger é o idealizador da Fundação R20 - Regions of Climate Action, destinada ao desenvolvimento de projetos sustentáveis e que apoia o Programa Município Verde Azul, da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente.

O encontro é voltado principalmente aos profissionais de foto e vídeo. Schwarzenegger não concederá entrevistas.


Data: Domingo, 14 de abril de 2019
Horário: 12h30
Local: Palácio dos Bandeirantes - Av. Morumbi, 4.500 - São Paulo/SP

Em entrevista, Geraldo Alckmin diz que governo é improvisado e que formação é equivocada


Presidente nacional do seu partido, explica que logo deixará essa função diretiva e se dedicará somente à Medicina e à docência

Maurício Martins - A Tribuna

O ex-governador esteve, na última segunda-feira, na Universidade Metropolitana de Santos (Unimes) 
Foto: Irandy Ribas

Ex-governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB) afirma não pensar em postos políticos no futuro. Presidente nacional do seu partido, explica que logo deixará também essa função diretiva e se dedicará somente à Medicina e à docência.

Alckmin, de 66 anos, é médico anestesiologista, professor universitário e atualmente tem um quadro sobre saúde no programa Todo Seu, apresentado por Ronnie Von, na TV Gazeta. O ex-governador esteve, na última segunda-feira, na Universidade Metropolitana de Santos (Unimes), na qual ele tem título de professor emérito. No local, conversou com A Tribuna. Avaliou a derrota na eleição presidencial de 2018, quando concorreu e ficou apenas em quarto lugar, com menosde5%dos votos válidos, e fez críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Leia a seguir trechos da entrevista.


Como o senhor avalia hoje, passados mais de cinco meses, a derrota expressiva que teve na eleição para presidente?
Foi uma eleição atípica, porque o PT se vitimizou com a prisão de Lula e depois, com a facada, o Bolsonaro se vitimizou até acabar a eleição. Na véspera da facada eu tinha subido dois pontos e o Bolsonaro caído dois pontos. A diferença era de oito pontos: passei de 9 para 11 e ele de 21para 19. Teria sido totalmente diferente, mas na hora que teve a facada acabou a campanha. Ficou morre, não morre. Opera, não opera. Transfere, não transfere. E depois, foi o voto útil. Como polarizou ele com o PT, ganhou o anti-PT. Não mudaria nada na campanha (atacando os adversários), estava correta, tanto que estávamos subindo.

Recentemente, o senhor teve um encontro com Bolsonaro e saiu falando que é um governo de improviso. Mantém a opinião?
O governo é heterogêneo, veja os ministros, e é improvisado, evidente. Você vê todos os dias as dificuldades de governabilidade. A formação do governo é equivocada. Pega a política externa: o Itamaraty está boquiaberto. É uma coisa errática. Comprar briga com a China, que é o maior parceiro comercial do Brasil, com o mundo árabe, que é para onde nós vendemos proteína animal. Os Estados Unidos (com quem Bolsonaro se aproximou) é nosso concorrente, na soja, no milho, no etanol, na carne bovina. Tem que ter uma política externa que não seja caudatária (seguidora) do (Donald) Trump (presidente dos EUA). Mas que defenda o interesse brasileiro para conquistar mercado, produzir mais e gerar emprego no Brasil.

O PSDB votará a favor da reforma da Previdência proposta pelo governo?
O PSDB não vai fazer parte do governo, não participa da base do governo, não aceita cargos no governo. Votaremos a reforma da Previdência, sem precisar de nenhum cargo, com dois nortes. O primeiro é justiça social, acabar com privilégios, e o segundo é ser justo com os trabalhadores. Não permitir BPC (Benefício de Prestação Continuada, pago a idosos pobres) de R$ 400,00 (a proposta de Bolsonaro é reduzir o valor atual, que é de um salário-mínimo, a partir dos 60 anos e só pagar um salário de 70 anos em diante). Devemos desconstitucionalizar processos, mas não direitos dos trabalhadores.

A reforma da Previdência passa ainda neste primeiro semestre?
Se não passar neste, passa no início do segundo semestre. Não sei se com muitas mudanças (no texto inicial), mas é natural que ocorram. Realmente, não se sustenta ter um deficit, somando as previdências do regime geral e do setor público, de R$ 350 bilhões, mais de 5% do PIB. Temos compromisso como Brasil, apoiaremos as reformas que forem de interesse do País. Entendo que três são estruturantes: Previdência, Tributária e Política –não é possível ter 35 partidos no Brasil.

O que acha da série de polêmicas envolvendo o Ministério da Educação e a recente troca do ministro?
Não conheço o novo ministro, mas, lamentavelmente, passaram 100 dias (de governo) e a única coisa que não se discutiu até agora foi educação. Então, esperamos que o novo ministro ponha no rumo correto.

Sobre os rachas internos do PSDB, eles continuam? Como está o partido hoje?
Estamos em um processo de renovação partidária. A municipal já foi feita no Brasil inteiro, inclusive em Santos. A estadual será no começo de maio e a nacional no fim de maio. Eu voltei para a Medicina, voltei a dar aulas, e não pretendo continuar na direção partidária. Então, teremos até o fim de maio para montar a nova executiva nacional.

Já se entendeu com João Doria? Ele disse que o senhor poderia ser chamado para ser conselheiro do partido em São Paulo…
Não precisa… A relação com ele é sempre boa. No que eu puder ajudar, ajudo. O governo dele está começando ainda, é muito cedo para avaliar. O Bolsonaro começou errando mais, mas tem chance para recuperar. Nada é perdido.

Doria tem perspectiva de ser presidente, dá muitos palpites em Brasília…
É muito cedo, estamos nos primeiros meses de governo (Bolsonaro) ainda. Mas isso é bom (dar palpites). Santo Agostinho dizia: ‘prefiro os que criticam, porque me corrigem, do que os que adulam (elogiam) porque me corrompem’. É importante ter a capacidade de ouvir. Um dos problemas do Governo Federal é a intolerância à crítica. Democracia pressupõe diálogo, entendimento. Mas eles vão aprendendo com o tempo.

E o seu futuro político?
Meu pai me ensinou que o futuro a Deus pertence. Eu já fui prefeito, deputado estadual, deputado federal, governador. Agora vou me concentrar na Medicina e no magistério.

Agenda do governador João Doria 11/04 - Presidente Prudente e Botucatu/SP


O Governador João Doria inaugura nesta quinta-feira (11), às 11h30, o 8º BAEP - Batalhão de Ações Especiais de Presidente Prudente. Na ocasião, também será anunciado o início das atividades dos BAEPs de São José do Rio Preto e Capital e dos Centros de Detenção Provisória 1 e 2 do município de Pacaembu.

Doria assina, ainda, autorizos de 779 títulos de propriedade urbana e rural e entrega obras da SP-425.

No período da tarde, às 15h, o Governador estará em Botucatu para a inauguração do Ambulatório de Especialidades do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB).


Data: Quinta-feira, 11 de abril de 2019
Horário: 11h30
Local: 8º BAEP - Avenida Joaquim Constantino, 351 (referência: Rodovia Raposo Tavares, km 565, pista leste) - Vila Formosa - Presidente Prudente/SP

Horário: 15h
Local: Campus de Botucatu - Avenida Professor Mário Rubens Guimarães Montenegro, s/nº - Rubião Júnior - Botucatu/SP